28 de ago de 2014

ALCHEMICAL ROSE


Já havia postado essa imagem.
Porém resolvi fazer algumas modificações, para colocá-la em uma de minhas galerias internacionais.
Mudei o título que agora está mais apropriado e inclui pontos luminosos, com a intenção de demonstrar que a rosa é criada primeiro nas regiões etéricas e posteriormente é manifestada em nossa região física.



18 de ago de 2014

VIBRANDO COM O UNIVERSO


A ciência nos diz que elétrons e prótons possuem uma carga, uma vibração que se expande para além do átomo e avança para o infinito. Como nosso corpo é composto por uma infinidade de átomos em um eterno relacionamento, podemos dizer que somos feitos de uma complexa teia vibratória, muitas vezes caótica e desarmônica.

O segredo é unificar estas vibrações em pacotes coerentes. É nosso dever lançar a harmonia que desejamos experimentar para que assim possa haver uma espécie de “ressonância simpática” do Universo em nossas vidas.

Coloque em seu Agora novos padrões de pensamento e sentimento. Sinta-se bem em seus relacionamentos familiares e amorosos; aceite a saúde e a juventude; viva na certeza da abundância...emita ao Universo oque realmente deseja e deixe-o agir!





12 de ago de 2014

O BURACO NEGRO NO COMEÇO DO TEMPO E ESPAÇO

e muito apropriada para os estudantes da espiritualidade científica


O que nós consideramos ter sido o ‘big bang’, físicos do Perimeter Institute conjecturam que poderia ter sido uma ‘miragem’ tridimensional de uma estrela entrando em colapso, num universo profundamente diferente do nosso. A compreensão convencional diz que o ‘big bang‘ começou com uma singularidade – um fenômeno de espaço/tempo inimaginavelmente quente e denso, onde os padrões das leis de físicas são quebrados. Singularidades são bizarras e a nossa compreensão delas é limitada.
O nosso Universo pode ter emergido de um buraco negro, num universo dimensional mais alto, propôs o trio de pesquisadores do Perimeter Institute, na história de capa da última edição do Scientific American. “O grande desafio da cosmologia é o de compreender o próprio ‘big bang’, escreveu Niayesh Afshordi, membro do corpo docente.
O ‘big bang‘ apresenta uma grande questão: se ele foi realmente um cataclismo que colocou o Universo em existência há 13.7 bilhões de anos, então o que o causou?
Os três pesquisadores do Instituto têm uma nova ideia sobre o que poderia ter vindo antes do ‘big bang‘. É um pouco perplexo, mas é baseado em matemática sólida, ‘testável’ e sedutora o suficiente para ser a história da capa do Scientific American, chamada de “The Black Hole at the Beginning of Time“, ou “O Buraco Negro no Começo do Tempo“.
“Todos os físicos sabem que dragões saíram voando para fora da singularidade“, disse Afshordi numa entrevista para a Nature.
O problema, como vêem os autores, é que a hipótese do ‘big bang‘ mostra o nosso relativamente compreensível, uniforme e previsível Universo saindo da insanidade destruidora da física, que é uma singularidade. Parece improvável. Assim, talvez algo mais ocorreu. Talvez o nosso Universo nunca foi singular, para começar.
A sugestão deles: nosso Universo conhecido poderia ser um “embrulho” tridimensional ao redor de horizonte de eventos de um buraco negro de quatro dimensões. Neste cenário, o nosso Universo surgiu de uma explosão quando uma estrela num universo quadridimensional entrou em colapso e se tornou um buraco negro.


Em nosso Universo tridimensional, buracos negros possuem horizonte de eventos bidimensionais – isto é, eles são cercados de uma fronteira bidimensional que marca o ‘ponto sem retorno’. No caso de um universo quadridimensional, um buraco negro teria um horizonte de eventos tridimensional.
No cenário proposto por eles, o nosso Universo nunca esteve dentro de uma singularidade; ao invés disso, ele veio a existir fora de um horizonte de eventos, protegido da singularidade. Ele originou como – e assim permanece – somente uma característica nos destroços implodidos de uma estrela quadridimensional.
Os pesquisadores enfatizam que esta ideia, embora pareça ‘absurda’, é baseada firmemente na melhor matemática moderna descrevendo tempo e espaço. Especificamente, eles usaram as ferramentas de holografia para “tornar o ‘big bang’ numa miragem cósmica“. Ao longo do caminho, seu modelo parece endereçar os quebra-cabeças cosmológicos conosco há muito tempo e, crucialmente, produzem previsões possíveis de serem testadas.
É claro, nossa intuição tende a nos fazer evitar a ideia de que tudo e todos que conhecemos emergiu de um horizonte de eventos, de um único buraco negro com quatro dimensões. Não temos nenhum conceito do que um universo quadridimensional possa se parecer. Não sabemos nem como um universo quadridimensional ‘genitor’ veio a existir.
Mas em nossas falíveis instituições humanas, os pesquisadores argumentam, evoluídos dentro de um mundo tridimensional que pode somente revelar sombras de uma realidade.
Eles traçam um paralelo sobre a ‘alegoria da caverna de Platão‘, na qual prisioneiros passam suas vidas vendo somente as sombras ‘piscantes’ projetadas pelo fogo na parede da caverna.
“Suas correntes os têm bloqueado de perceber o mundo verdadeiro, um reino com uma dimensão adicional“, eles escrevem. “Os prisioneiros de Platão não entenderam as forças por detrás do Sol, bem como não compreendemos a universo quadridimensional. Mas pelo menos, eles sabiam onde procurar por respostas“.

AUGUST 10/ 2014