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20 de jan. de 2015

ENSAIO INSPIRADO POR: MATRIX RELOADED

Não desejo filosofar sobre o filme e se você não assistiu, não tem problema.  Apenas peguei uma conversa entre a Oráculo e Neo, que ocorre numa praça, e desenvolvi o tema. Em certo momento ela diz algo assim: “existem programas criadores e que sustentam a Vida das árvores e de todas as coisas que estão aqui no planeta (Matrix).
E esta é uma maneira legal de compreender, por analogia, um pouco sobre a Vida.
Seguindo este raciocínio, tanto uma árvore, quanto uma zebra ou uma rocha são o resultado de programas criadores que não estão aqui em nosso mundo visível e atômico. E para estarem, tais programas criam então novos softwares, novos programas que possuem um pouco da essência original do programa criador e que são mais adaptados ao nosso ambiente.
Com isso, os programas criadores lançam no planeta uma enxurrada de softwares muito similares, como por exemplo, todas as zebras que aqui habitam. A todo momento, o programa original é alimentado com dados de cada um da espécie. Quando uma zebra morre, finalmente o programa criador computa as informações obtidas daquela criação específica e no nascimento de outra zebra, o software é atualizado em termos que chamamos de Evolução! Os softwares que estão no reino animal são mais rápidos em resposta do que os que pertencem ao reino vegetal e mineral e por isso podemos observar com maior nitidez os avanços deste reino. Cachorros domesticados (por exemplo) estão em profunda mudança em sua essência e plataforma, pois estão em contato direto com algo diferente: o ser humano.
E somos diferentes porque o programa criador e o programa criado (nosso corpo físico) estão em foco consciente aqui mesmo no mundo atômico. Esotericamente, chamamos isso de: o despertar da consciência. Não há necessidade de enviar dados para lugar invisível algum, podemos acessar a Fonte Criadora imediatamente para tudo o que desejamos criar ou experimentar. É como se somente em nós houvesse a fusão do criador com a criatura.
Mas uma coisa é certa: a despeito de toda essa analogia, poucos de nós, as “criaturas criadas”, lembram-se dessa conexão e poder. Você pode (sem depender de eventos ou circunstâncias) criar seu próprio universo de programas através de seus pensamentos-sentimentos. E alimentá-los com sua essência criadora para que também ganhem Vida em sua experiência diária.
Fale mais com o programa criador, pois você é Ele. Procure o bem-estar, procure a facilidade que você mesmo desejou um dia antes de se fundir com a criatura. Como dito no post anterior, alinhe-se com a Fonte de Energia que você É.



15 de out. de 2014

MALEFICENT


Maleficent Concept Art

Disney has released new concept art pieces for Maleficent, the live-action re-imagining of Walt Disney’s 1959 animated film Sleeping Beauty. Some of the creature and environment concepts were created by artists such as Craig Shoji, Dylan Cole, Michael Kutsche and director Robert Stromberg.

Links:
conceptartworld (original post)














All Images © Disney. Source: Stitch Kingdom




11 de set. de 2014

CINEMA: A HOSPEDEIRA



Acabei descobrindo este filme na TV a cabo. Se por um acaso você pegá-lo no meio, dê cinco minutos para entender o clima.
Ótimo o papel do ator William Hurt. Ele merece o filme; vejo maturidade em sua carreira.
Mas a ideia de alienígenas que são implantados no corpo humano, tornando-se uma “alma entrante”, é feliz. E as consequências disso são abordadas: podem existir conflitos entre o entrante e a “alma” original.
Duas delas em um mesmo corpo, relacionam-se com um planeta dominado por estas entidades que só podem se manifestar através de nós. São criaturas lindas, luminosas e expansivas. Creio que são seres de mente coletiva, pois os membros possuem comportamentos similares quando “encarnados”.
 Os poucos humanos que se salvaram estão diluídos e em pequenos redutos.
O filme procura equilibrar fatores espiritualistas com uma espécie de invasão e dominação do planeta. E o final é pacífico, como é a essência do filme...



15 de jul. de 2014

PENNY DREADFUL: PRIMEIRA TEMPORADA

O filme A Liga Extraordinária, lançado há mais de 10 anos, bem que tentou mostrar um pouco do clima soturno e efervescente de Londres no século XIX. Porém ele é chato e cheio de falhas no roteiro, mas a ideia central deste filme estrelado por Sean Connery é fantástica e os criadores da série Penny Dreadful (lançada este ano e transmitida pela HBO) aproveitaram bem a oportunidade desperdiçada.
Em Penny Dreadful, a caracterização da época fica clara no final da primeira temporada: uma Inglaterra a todo vapor com a Revolução Industrial, o fortalecimento de ideais espiritualistas com a Teosofia e o Espiritismo e o surgimento de gênios, como Tesla, trazendo avanços profundos no cotidiano de um povo em condições precárias de vida, em contraste com os poucos abastados.
Agora misture isso tudo com as publicações baratas de terror e ficção que circulavam por Londres, chamadas Penny Dreadful, e temos os elementos para uma série que começou bem e que promete ainda muitas surpresas.
Quem ainda não a conhece, terá o prazer de interagir com grandes tipos: Drácula, Dr. Frankenstein, um explorador estilo Alan Quatermain, lobisomens, médiuns e o imortal Dorian Gray...entre outros. Todos revelando-se aos poucos e bem encaixados numa trama eletrizante!
Não tenho a intenção de fazer uma resenha do filme, apenas de atiçá-los a assistir. O propósito inicial desta postagem é prestar uma homenagem visual para a série, criando algumas capas inspiradas nas dos folhetins da época. Para isto, utilizei imagens de divulgação da série e elementos visuais dos próprios encartes. E agora só resta esperar pela segunda temporada...






13 de fev. de 2014

PENSAMENTOS E IMAGENS

 I




A comunidade científica reclamou e com razão sobre alguns erros e algumas impossibilidades físicas neste filme envolvendo astronautas em missão na órbita terrestre,  mas em resumo trata-se de uma obra-prima de efeitos visuais, de um desenvolvimento lento e marcante bem ao estilo de Stanley Kubrick, e de uma surpreendente interpretação de Sandra Bullock. E, como sempre, George Clooney apresenta seu estilo irônico e sedutor.
O filme nos transporta para um mundo inóspito, um ambiente hostil aos frágeis seres humanos. E uma verdadeira luta pela sobrevivência se inicia quando a tripulação de uma nave espacial, em reparos no telescópio Hubble, enfrenta uma chuva de destroços de um satélite russo.
Gravity é um excelente entretenimento e no fim fiquei com a sensação de que os dois astronautas eram os primeiros seres a tentar habitar a Terra tamanha é a vastidão e solidão que o filme transmite sobre o Espaço. E esta sensação ganha força nas cenas finais!
Muito lindo apreciar as poderosas imagens da Terra neste filme...gostaria de estar lá!



II


Divagações sobre o Plano Astral

Consegue imaginar um campo de percepção entrelaçado com este em que vivemos, aonde seres e situações podem estar cruzando seu corpo físico neste momento? Sim, este é o conhecido mundo "pós-morte", um lugar aonde a maioria de nós, enquanto espíritos eternos e infinitos, irá habitar com novas "roupagens".
E do que este plano é feito? Certamente existem faixas de energia-matéria aonde cada um de nós irá encontrar correspondência, dependendo apenas das ações realizadas durante a vida no plano físico.
Em termos gerais apresento minhas humildes idéias que sempre estão em evolução com os estudos. E que os acadêmicos de plantão me perdoem mas é preciso teorizar e discutir: 
Uma aceleração vibracional e desconstrução geral do Modelo Padrão e da Tabela Periódica deve existir por lá. Mas trata-se ainda de um mundo atômico, afinal está aqui no planeta.
Acredito que no Plano Astral os elétrons se tornam mais rápidos, gerando uma verdadeira riqueza de saltos quânticos na eletrosfera e uma maior quantidade de elétrons livres saltando para fora do átomo, através da camada de valência. Assim temos uma espécie de caldeirão de íons muito mais ativos, vibrantes e plasmáticos. Isto implica também em muito mais fótons circulando, fótons mais dinâmicos e energéticos que começam a formar um novo tipo de ligação molecular chamada Prana.
Os mediadores dentro do núcleo, que estabilizam prótons e nêutrons aqui no plano físico, perdem um pouco da razão de existirem e os núcleos se tornam mais agitados, porém ainda estáveis.
A gravidade diminui o que implica dizer que seu mediador, o teórico gráviton, também age com menor intensidade possibilitando a levitação e leveza dos corpos. 
Vale lembrar que todos os espiritualistas acreditam na força criativa e precipitadora do pensamento-sentimento como uma das qualidades inerentes à nossa própria essência consciente, divina e infinita. E sendo assim o ser humano em sua eterna evolução, para sutilizar-se e manter o curso de volta ao oceano divino primordial, irá se deparar no Plano Astral com um novo entendimento da matéria e se tornar apto a criar instantaneamente com o pensamento, afinal muitos mais fótons existem e várias forças coagulantes estão em estado de "afrouxamento" possibilitando a manipulação direta do meio material...



III






5 de jan. de 2014

THE DYATLOV PASS INCIDENT

Eu tinha a intenção de escrever uma crítica sobre este filme mas achei tão boa esta que segue que resolvi repostá-la deixando os devidos créditos e agradecimento ao site. O filme em questão se utilizou de um dos momentos mais misteriosos da humanidade no século XX. Uma das conclusões da investigação do caso nos foi reportada assim: " a causa da morte foi por conta de uma força elementar que os turistas não puderam superar". Conclusões recentes só apontam para um caminho coerente: ali houve algum contato alienígena. Mas o filme propõe o Experimento Filadélfia e Wormholes oque me pareceu original mas estranho...bom sei lá, assistam!


FICHA TÉCNICA

Título Original: The Dyatlov Pass Incident
Ano do lançamento: 2013
Produção: Estados Unidos
Gênero: Thriller
Direção: RennyHarlin
Roteiro: Vikram Weet

Sinopse: Cinco estudantes norte-americanos viajam para Passagem de Dyatlov em busca de respostas sobre os eventos ocorridos na década de 1950, quando nove esquiadores russos morreram inexplicavelmente. Gravando um documentário, eles percorrem a trilha amaldiçoada dos Montes Urais e logo começam a desconfiar que não estão sozinhos no local.
Por Jason

Antes de falarmos desse filme do diretor de Duro de Matar 2, precisamos entender o mistério no qual ele se baseia. Em 1959, um grupo de nove pessoas, experientes montanhistas e escaladores, desapareceu nos Montes Urais, na então União Soviética. A descoberta dos corpos mais tarde, que deveria explicar o que houve com o grupo, só complicou ainda mais a situação ao invés de ajudar a esclarecer o mistério. Tudo porque eles foram encontrados carbonizados, com um elevado nível de radiação, coloração alaranjada e desnudos, mesmo debaixo de um frio congelante. Havia também sinais de envelhecimento precoce – o cabelo de uns estavam brancos e chamou atenção o fato de que um dos montanhistas teve a língua arrancada.

Os investigadores concluíram que os montanhistas rasgaram suas barracas de dentro para fora no meio da noite, assustados com algo, e saíram correndo debaixo de uma nevasca – não se sabe, contudo, do que. Os corpos ficaram preservados por causa da temperatura e não demonstravam sinais de luta, mas as vítimas tinham crânios fraturados e costelas partidas. A hipótese de avalanche foi descartada não só pela disposição dos corpos, como também pelo fato de terem encontrados vestígios de que as vítimas fugiram de algo desconhecido usando roupas deixadas por quem já tinha morrido. As barracas, excetuando os rasgos feito por eles, também estavam intactas mesmo dois meses depois de buscas.
O caso não teve uma conclusão, uma vez que pessoas relataram que na época havia nos céus luzes alaranjadas, de origens desconhecidas, que poderiam ter ou não a ver com o sumiço dos nove esquiadores. Para alimentar ainda mais o mistério, segundo uma antiga lenda mansi, a Montanha dos Mortos, onde os nove corpos mutilados foram encontrados, foi assim chamada devido a um acidente semelhante em que nove homens mansis também foram encontrados mortos enquanto tentavam se salvar de uma inundação da antiguidade.
Partindo desse pressuposto, que renderia um filmaço de mistério e discussões calorosas a respeito do que aconteceu com o grupo, o filme vai na contramão e traz o estilo já cansado de Atividade Paranormal, emulado em tantos outros filmes que já deu o que tinha para dar. Logo no começo, já sabemos o destino dos personagens – os jornais dão a noticia do desaparecimento do grupo. O espectador conhece o grupo de cinco pessoas, americanas, que vão refazer a escalada até os montes. Todos os personagens são desinteressantes. No meio do caminho, eles fazem apresentações para a câmera, didáticas, explicando o que houve com as pessoas em 1959, onde foram achadas mortas e as teorias a respeito sobre o caso. Encontram uma pessoa que presenciou todo o acontecimento, dando uma versão para os fatos, e conversam com ela
antes de partirem.
Na montanha, uma avalanche leva logo uma das personagens. O grupo é forçado a abandonar um deles, ferido, que é morto por dois militares. Na fuga, os três restantes descobrem um bunker militar, com uma rede de tuneis. De repente, sai o filme de suspense e entra o filme trash. Os sobreviventes são atacados por criaturas deformadas – no melhor estilo Chernobyl – e descobrem uma trama envolvendo até mesmo O experimento Filadélfia, viagem no tempo e um portal, para desespero de qualquer espectador que esperava alguma coerência em toda essa confusão. Os efeitos especiais são pobres, as atuações precárias e a direção não tem nenhuma nota autoral, embora escape em uma ou outra cena eficiente em criar suspense. O final capenga só piora tudo. Com roteiro horrível, atuações ruins e estilo cansativo, o filme desperdiça um dos maiores mistérios da humanidade com um terror tosco de doer.

Por Kadu Silva em 12.09.2013

AGRADECIMENTO AO SITE E FONTE DO CONTEÚDO: http://www.ccine10.com.br/

22 de set. de 2013

NOW YOU SEE ME

Já pensou porque não existe um único filme transportando para o cinema os livros de Carlos Castaneda? O autor deixou aqui no planeta uma excelente equipe de advogados que impede uma divulgação em massa de seus ensinamentos. 
Mas a obra de Castaneda é brilhante e artistas em geral sempre irão dar um jeito de expor o mundo alucinado que ele nos apresentou.
"Truque de Mestre" (título nacional), faz parte desta prosa!

Quatro intrigantes mágicos são selecionados para uma grande empreitada e todos aceitam o convite sem saber quem os contrata. Entre eles está o ator Woody Harrelson que tem poderes hipnóticos, e digo que tal qualidade nunca será mágica ou ilusionismo e sim puro contato com esferas superiores de nossa própria essência humana.
O que estes caras fazem no filme é inacreditável e a trama que nos leva ao final é magnífica para quem vê o filme pela primeira vez.
Uma segunda sessão revela Castaneda.
O autor de "Tales of Power" e "The Art of Dreaming" surge através de um dos dois de seus maiores conceitos: a arte da espreita. Quando o filme se encerra percebemos qual foi o esforço, interpretação e vivência necessários para que toda a trama fosse concluída e o desejo de uma pessoa fosse precipitado! 
Castaneda afirma que existem duas maneiras de fazer uma conexão com o incompreensível: ou você é um viajante através dos sonhos (viagem astral) ou é capaz de fazer tal link através de uma verdadeira mudança em seu comportamento, chocando seu status quo.
Para a maioria de nós, interpretar ainda é o melhor modo de estarmos em sintonia com nossas verdadeiras qualidades...deseja ser saudável e possuir todos seus orgãos em perfeita harmonia (por exemplo)? Viva esta condição e aceitação a todo segundo!!!
Acabei ficando com a sensação que de uma forma ou outra, somos todos mágicos...
Assista! Grande "entertainment".

24 de nov. de 2012

PROMETHEUS

Ridley Scott é um excelente diretor.Blade Runner que o diga!
Fui babando assistir Prometheus na esperança de encontrar indícios de revelações sobre nossa origem. Não a historinha pra boi dormir que nos contam na escola, aquela que leva o Australopithecus ao Homo sapiens. Mas sim a verdadeira que remonta a milhões de anos. Não precisava nem recuar tanto, bastava fazer menção sobre a engenharia genética que fez evoluir Homo sapiens (até o que você é hoje)... e isto entre 300-200 mil anos atrás.
Mas ao terminar o filme, descobri que o intuito foi trazer uma explicação sobre as origens de um de seus personagens mais famosos: o alienígena insectóide visto em outro brilhante de seus filmes: Alien (o oitavo passageiro).
Porém Scott flerta com assuntos que me interessam. Ele trata de lembrar que várias culturas, entre Sumérios e Egípcios, documentaram seres gigantes(os "engenheiros") que teriam estado por aqui e nos criado. E dentro da narrativa do filme, cientistas em um futuro próximo, concluem que estes seres convidam a humanidade amadurecida a visitá-los em uma lua distante. Nasce então a expedição que irá investigar a tese e a bordo da nave Prometheus.
Existe um toque, ou talvez uma homenagem a:"Eram os Deuses Astronautas" de Erich von Däniken.
Mas é a partir da chegada na tal lua que o enredo começou a me confundir. Não fui preparado e nem sabendo que o filme tinha algo a ver com Alien. É necessário assistir mais de uma vez para melhor captar as idéias confusas do diretor.
E lá pelo meio uma decepção: eu imaginei que o encontro entre humanos e um de nossos criadores fosse ter características poéticas...que nada! O Ser olha suas "crias" genéticas e bem ao estilo humanóide, mata um monte! Triste...
Cheguei no fim do filme acreditando que foi uma belíssima chance perdida de nos surpreender com questões mais filosóficas e cósmicas. Os assuntos abordados são bons mas precisavam de maior conexão!
Mas não recue em investigar esta obra não, a fotografia é impecável, o ator Michael Fassbender está assustadoramente magnífico e o filme tem toda a magia e estilo deste mestre do cinema.

13 de jun. de 2012

THE AVENGERS: CRITICANDO MESMO!


Estou em uma idade ótima aonde não é mais aceitável fazer coisas que sei que irão me desagradar. Ir ao cinema é uma delas. Odeio o som de pipoca e odeio ver luzes de celular na mão de algum pentelho que não sabe largar do bagulho...
Mas trata-se do filme The Avengers, uma puta bilheteria mundial. E confesso que estava curioso para entender os “teasers”, lançados em Iron Man I e II , sobre a misteriosa S.H.I.E.L.D, uma espécie de Liga da Justiça mas não explicada com propriedade nos mesmos. Era óbvio que neste lançamento tudo ficaria claro, com muita sabedoria e ação.
Ação até existe em The Avengers mas é um filme vazio, repetitivo e focado em bobagens.
Você acha que eu quero saber de Egos Inflados de super-heróis??? Egos que são obrigados a dar uma pausa para salvar o Planeta e depois voltarem a ser Egos?
Me poupem os roteiristas desta merda de filme. Sem alma e corpo!
Vou dizer como deveria ser: alienígenas não federados vem pra detonar a humanidade achando que somos bobos, fracos e submissos. Quando o portal inter-dimensional é aberto e os brothers olham para baixo, encontram nossos super-heróis bem alinhados com vários paranormais e com um exército de verdade e não com espingarda e revólver...com munição quântica caralho! A gente tem e já sabe fazer!!!
Mas o filme fica na lenga-lenga e crises existenciais destes super-heróis...
Perda de tempo e aguardo Prometheus como redenção!

3 de jun. de 2012

COWBOYS & ALIENS

Filme de enredo e desenvolvimento bem bobo, poderia ser melhor.
Interessante assistir Harrison Ford em papel coadjuvante, coisa difícil de se presenciar, e posso dizer que Daniel Craig está ótimo em um papel bem minimalista.
Escrevo sobre este filme porque vale a pena comentar as produções que Steven Spielberg vem financiando já há anos na indústria cinematográfica e hollywoodiana. Pesquise e repare as séries para televisão a cabo e filmes aonde houve alguma interferência dele. Taken, Super 8, Transformers...
Para mim é claro que este grande artista é um profundo conhecedor das verdades que envolvem alienígenas na Terra. O cara sabe de tudo sobre oque até hoje andam a esconder com exímia habilidade de toda humanidade.
E qual é a tônica que Spielberg observou nos originais de Cowboys & Aliens para valer botar a mão na carteira e sacar alguns milhões de dólares?
O filme está carregado de alusões a Nibiru e aos seus habitantes Anunnakis. Para quem não conhece, Nibiru é nosso "planeta-primo"... um corpo estelar que transita em órbita estranha, entre nosso Sol e Sírius.
É tido como certo (com evidências não comprovadas, ou omitidas por nossa ciência) que Sumérios registraram uma das empreitadas mais espetaculares deste povo aqui no Planeta. De tempos em tempos, Nibiru se aproxima do Sistema Solar e Anunnakis vem 
matar a saudade de seus primos inferiores.
Neste filme o toque é dado: a exemplo das tábuas sumérias, alienígenas chegam na Terra para uma única finalidade: mineração do ouro. Os motivos não são apresentados mas vale lembrar que Anunnakis são tidos como seres "meio metálicos", meio orgânicos porém com linhagem sanguínea diferenciada de nós.


Mas não estamos falando de nossa época e sim de 1873 em pleno Arizona...terra de cowboys e índios! Parece que alienígenas não irão encontrar dificuldade em extrair ouro com meia dúzia de pangarés de chapéu e cavalo. Mas estamos na América,aonde o "sonho é possível"e mais uma vez venceremos a despeito da absurda diferença de forças.
Outro detalhe muito interessante sobre este filme é a tensão e conflito entre desbravadores do oeste e índios...os últimos recebem até uma homenagem justa e mística que lembra muito Carlos Castaneda.
Mesmo fraco, o filme vale simplesmente por ter Steven Spielberg nos créditos!

26 de abr. de 2012

FIELD OF DREAMS

"CAMPO DOS SONHOS"
Sempre que sinto vontade de chorar mas as lágrimas não acontecem,assisto o final deste filme.Pura poesia!

“If you build it he will come”,a famosa frase-motor do filme, já foi tão citada em paródias de filmes americanos e em outras fontes, que se fortificou em nosso imaginário. Acaba por nos confortar e trazer a esperança que podemos ir fundo em nossos sonhos...eles de alguma forma acontecerão. Reforça também o que muitos mestres iluminados receitam a milênios: construa e modele seus pensamentos e sentimentos no que você deseja precipitar no plano físico. Porém sem o toque final, a ação física, pensamento-sentimento algum pode surgir.
É mais ou menos o que acontece com Ray kinsella(Kevin Costner): ele é um fazendeiro em Iowa que de repente começa a ouvir sua “voz interior”e a respeitá-la. Com isto uma belíssima trama se inicia em “Campo dos Sonhos”, um filme que transita maravilhosamente bem entre faixas sutis da realidade física e dos mundos pós-morte. Ray acabará por construir um campo de baseball aonde jogadores lendários do passado irão surgir misteriosamente. Alguns através de seu milharal e um em especial, vivido por Burt Lancaster, surgirá de uma maneira que nos remete aos sonhos e ao plano astral. E Ray kinsella irá se encontrar com o enigma (e realização de seu sonho) “IF you build it he will come”de uma forma tão bonita, mas tão bonita, que só podemos nos emocionar e chorar...
Não há como dar explicações a este filme sob uma ótica espiritualista e nem podemos encarar uma narrativa desta forma. O roteirista e o diretor optaram por deixar rolar as emoções, sem justificativas.
Devo fazer um reconhecimento geral aos atores e esta é uma das razões para este texto. Todos estão muito bem conectados com a trama. Kevin Costner e Ray Lyotta nunca mais conseguiram fazer atuações tão brilhantes. Os dois são chegados a olhares vazios, parecem sempre meio distantes do mundo e dos filmes. Mas neste não, aqui eles até parecem gente mesmo. Amy Madigan é tudo o que um homem quer: a mulher que acredita no sonho do marido(Ray) de tal forma que o cara vai fundo atrás dele, mesmo sem saber o que realmente procura.
James Earl Jones, nossa querida voz de Darth Vader, é a cola, o link que transporta o mundo onírico do enredo para a realidade dos sonhos frustrados da nação americana.
Mas quem bota pra fuder mesmo é Burt Lancaster!!! Acho que este foi seu último papel no cinema e o ator não perde a forma: sua beleza física e charme continuam vivos. Ele é a doçura e a ternura; funciona como um grande pai eterno, carinhoso, amoroso e cuidadoso com o próximo.
Quando no fim do filme o pai de Ray, surgindo do mundo dos mortos, entra no campo de baseball, acontece um diálogo entre eles, mais ou menos assim:
_Is there a heaven?
_Oh yeah! Heaven is the place where dreams come true!
E isto vale tanto para nós seres humanos aqui como para quem já se foi...Grande filme poético.
  

13 de mar. de 2012

PLANETA DOS MACACOS

Arrisco uma crítica mais desencanada e livre dos temas geralmente abordados neste blog.
É que este filme é redondinho, bem construído e realmente entrega uma boa justificativa e razão para o grande sucesso de 1968 com Charlton Heston.
Lembremos que Planet of the Apes(1968), começa com uma experiência: cientistas tentam provar que ao viajar à velocidade da luz em uma nave espacial, o Tempo para eles passaria mais devagar do que para quem estava no planeta Terra. E de fato isto acontece e os astronautas retornam a uma Terra no futuro, aonde os símios governam.
Ao assistir Planeta dos Macacos / A Origem, descobrimos que humanos foram responsáveis pela ascensão destes animais. Na busca insana por lucros, fama e cura do Mal de Alzheimer, cientistas testam uma droga em símios e estes ganham maior capacidade cognitiva. Espera-se que em humanos a droga possa reverter a perda neuronal, a perda de memória e toda a atrofia cerebral que esta doença nos causa!
Nada dá certo para o laboratório investidor, mas eis que cresce um símio que herdou genes de uma falecida mãe e tratada com o medicamento. Como não há problemas cerebrais a serem tratados neste pequeno filhote,a droga acaba por potencializar suas faculdades.
Se eu tivesse que dizer quem é o personagem mais fraterno e solidário desta trama, fico com César!
Este chega ao cúmulo da elegância, honra e respeito, bem diferente dos humanos em questão. César evolui dramaticamente, entendendo que não é humano e nem macaco, é um mutante,um ser diferenciado.
Quando César se cansa de sua própria parcimônia,ai o bicho pega!!!
Ele lidera um grande grupo de irmãos enjaulados e partem todos para a revolução em plena San Francisco.
O final é simplesmente brilhante e aterrorizador: César chega no ouvido de seu "pai humano", em uma bela floresta, e diz: "Cesar is home"!!!UAU!!! O cara constrói uma frase!!! Tanto Cornelius como Zira, personagens símios da edição de 1968, devem ter coçado a orelha lá bem longe no futuro...

19 de fev. de 2012

INCEPTION


A todos os humanos que conseguem fazer a viagem astral com consciência, meus parabéns! Agora pense que enquanto você está na viagem, você pode decidir dormir e sonhar novamente. Sendo assim estará na terra, com seu corpo físico dormindo,  porém o corpo astral também!? E os dois conectados e ainda rumando para outra camada do próprio plano astral! Louco...
Fazer isto é foda! Se você fizer alguma cagada ou intervenção na projeção mais sutil de sua totalidade fragmentada, então o plano astral e a realidade física serão afetados.
É o esperado no projeto que Leonardo Dicaprio assina com um japonês interessado em alterar o destino de seus negócios. Neste acordo pretende-se mudar a ação de um ser humano físico, através de suas expressões fotônicas e talvez takiônicas.
Sonhar o sonho é a lei,a ordem universal!
Se podemos alterar ou transmitir informações às células humanas (através do pensamento), então estamos nos permitindo comandar.
Bom filme!  
                                                                        

14 de fev. de 2012

MISSION TO MARS

Uma teoria interessante este filme propõe: nós humanos somos irmãos de sangue de uma raça alienígena que em outros tempos, habitou o planeta Marte. Vale a pena, possui belas cenas e ótimos atores! Mas os detalhes que sempre me marcaram se anunciam mais para o final do filme, quando os astronautas humanos, em missão de resgate de alguns companheiros presos no planeta, conseguem penetrar na misteriosa "montanha-rosto" e topam com a seguinte cena:


Uma verdadeira holografia do sistema solar ganha vida e mostra oque teria acontecido com os habitantes marcianos e os motivos de sua futura prospecção na Terra. E nisto um belíssimo exemplar de ser alienígena dá o ar da graça! Muito bom e bonito este seu encontro com os humanos. Penso ser assim que um dia iremos também fazer com todos os brothers que anunciam sua chegada por aqui...


Algo interessante e revelador acontece: o alienígena enfia a mão em seu peito e dele retira uma cadeia completa de seu próprio DNA, na verdade e propriamente, o nosso!Isto evidencia sua constituição etérica e fotônica, embora ele se pareça de carne e osso. No momento seguinte ele oferece sua mão a um dos irmãos humanos e o aperto parece ser bem real, bem "sólido"...nada estranho para quem pode conduzir sua vontade pelo pensamento: seres unificados podem vibrar em densidades diferentes e se adaptarem rapidamente a alguma taxa vibratória.


Talvez o detalhe mais interessante seja uma das últimas cenas: o astronauta Gary Sinise,ao decidir acompanhar seu irmão celeste, é obrigado a mergulhar num líquido que se parece com água, porém nota-se milhares de "luzes" se agitando dentro dela. Quando não aguenta mais segurar a respiração,descobre que respira a água.
Está aí uma das propriedades fantásticas(e ainda não descoberta por nossa ciência) do Prana em atividade consciente.
Show este filme... 


22 de jan. de 2012

THE WAR OF THE WORLDS

por Rodrigo Portillo
www.1up.net.br


A GUERRA DOS MUNDOS E O CONCEITO DE DESIGN

Não me canso de dar exemplos de que o design é a mistura de forma e função. Deve ser feito como uma extensão da idéia ou do objetivo alcançado. O exemplo que eu gostaria de dar hoje vem de um romance escrito há mais de 100 anos, de 1898 para ser mais exato.
A Guerra dos Mundos é um romance de ficção científica escrito por Herbert George Wells, muito famoso em sua época, é lembrado até hoje por causa da conhecida dramatização de rádio que gerou pânico em alguns lugares. Entretanto, pouco é lembrado por sua crítica e contextos históricos. Quando lançado, A Guerra dos Mundos criticava o poder mundial que então era da Inglaterra, mostrando que sempre pode haver uma força maior e que todos as grandes potências podem ser subjugadas. O mesmo aconteceu com a dramatização cinematográfica, em 1953, criticando a agora potência mundial, EUA, e a Guerra Fria.


Conceitos históricos a parte, uma questão esquecida do livro de Wells, em parte lembrada (apesar de que mal explorada) na versão de 2005, de Steve Spielberg, é o Design dos alienígenas e dos Tripods.
Diferente dos filmes, os alienígenas de Wells são criaturas semelhantes a polvos, com largos tentáculos que lhes davam a vantagem de operar vários equipamentos simultaneamente. Até então, as pessoas não imaginavam o design orgânico. Os produtos, equipamentos, máquinas e outros, não possuíam uma característica natural. No entanto, os tripods, as máquinas onde os marcianos andavam tinham 3 pernas, muito diferente da ideia de espaçonaves que temos hoje. Esses membros eram flexíveis e se dobravam de forma semelhante a uma mangueira. A máquina ainda usava tentáculos gigantes para segurar os seres-humanos e outros grandes objetos que lhes interessavam. Os tripods se assemelhavam a seus utilizadores, funcionando como uma extensão de seus corpos e tendo um design de fácil reconhecimento e operação de seus ocupantes.
Apesar de ter raios mortais, os tripods também soltavam um gás escuro, que, pela a descrição de Wells, se assemelha muito àquele líquido preto que o polvo usa para se defender.

Explicando o Design de Wells

Quando H. G. Wells idealizou A Guerra dos Mundos, precisou se preocupar bastante com os tripods, eles seriam o elemento chave para que causasse medo e terror, além do questionamento, para os leitores. Os tripods foram criados para ter uma assimilação orgânica com seus operadores. Assim como no design para seres-humanos, os objetos precisam ser práticos e se adequar as necessidades da natureza humana para poder ser mais óbvio e fácil de se manusear. A semelhança dos equipamentos com os seus ocupantes é um ótimo exemplo de desenvolvimento do design humano. Geralmente, o design de um artefato deve ser feito para gerar um reconhecimento do usuário com algo existente ou de uma forma que funcione como a extensão do corpo. O filme de 1953 mudou a ideia de tripos, introduzindo naves espaciais, porém ainda usa o design orgânico, pouco semelhante a uma máquina convencional humana. Se pararmos para pensar, todos os inventos tendem a se parecer com criaturas ou artefatos naturais, como os helicópteros, aviões, carros, a ideia é baseado na nossa natureza, o mesmo teria acontecido com os alienígenas de A Guerra dos Mundos, os seus equipamentos seriam semelhantes à natureza que eles conhecem. 

A Ficção Científica e o Design

Os romances antigos, em especial os de ficção científica, mostram as expectativas dos designs futuristas e nos dá uma ideia do que as pessoas costumam crer como formas eternas. Talvez as obras de Julio Verne sejam os melhores exemplos de design para o desenvolvimento de boas histórias. Em antigos filmes e séries, como Perdidos no Espaço ou Jornada nas Estrelas, podemos ver elementos de um local futuro, porém mantendo características de sua época, como cabelos, estilos, roupas e principalmente o design dos equipamentos. Filmes antigos são interessantes para um designer entender a evolução da forma e função humana, notar que os projetos dependem das funções que são necessárias ou que acredita-se que serão necessárias. Laranja Mecânica, Da Terra a Lua, De Volta Para o Futuro, além do próprio A Guerra dos Mundos são bons exemplos.


Concluindo

Todo mundo da área de design costuma ver imagens, analisar formas, mas poucos tem o costume de analisar o objeto através da leitura. Autores de romance precisam descrever bem as cenas e objetos de uma forma com que a história seja plausível, no mínimo aceitável para a mente humana. Todo o escritor de ficção precisa ser um bom designer e o bom designer pode aprender muito com escritores.


10 de jan. de 2012

SHERLOCK HOLMES


Robert Downey Jr.ressurgindo com toda sua competência e elegância.Jude Law(como Watson)em papel finalmente correto para seu estilo e uma direção irônica e desconcertante de Guy Ritchie. That´s All!!!
"CENAS DE FILMES" não tem a intenção de fazer resenhas críticas e muito menos falar de atores. Este espaço é para observar detalhes que possam contribuir para a filosofia deste blog.
Mas Arthur Conan Doyle gostaria de ter ido ao cinema e assistir a esta versão de seu clássico. Neste filme acontece a eterna batalha entre ciência e ocultismo...e a ciência dá um surra em todo o arquétipo chamado de "sociedades secretas".
E se observarmos o filme sob esta óptica, é como se um novo surgisse e não fosse mais uma aventura de investigação localizada em uma Inglaterra remota.
O personagem Holmes chega a fazer zombarias e cometer atos de extrema arrogância a todos os ditos mestres da tal "Ordem Secreta" que comparece no filme.
Tal Ordem é composta por gente importante da sociedade e política inglesa. Sentem-se protetores da humanidade e donos dos maiores avanços "para um bem maior ao longo dos séculos". E advertem Holmes que um pupilo chamado Lord Blackwood se desgarrou e pretende conquistar o mundo. O desgarrado dá demonstrações fantásticas de seu poder e aterroriza o povo londrino...
Maçonaria, Rosacruzes, Illuminatis, Judeus Cabalísticos e tantos outros são colocados em xeque, afinal Holmes dá sentido e coerência a todos fenômenos de Blackwood através da ciência,em especial a química!
Conan Doyle flertou com a Maçonaria e o nascente Espiritismo e talvez por isso o diretor Guy Ritchie tenha conduzido o filme por este caminho.
É um pouco injusto assistir aos espiritualistas ligados a ordens iniciáticas serem tão sacaneados...mas é divertido!!!
Sempre que lembro deste filme,surge esta cena:
Holmes faz uma experiência interessante: som tonais e concordantes levam as moscas ao caos! Porém sons atonais fazem com que elas girem em harmonia dentro de um recipiente, em círculos concêntricos.
Holmes é dedicado à ciência e a experiência.
E ai lembro também de um belo princípio maçônico e digno de reflexões:




14 de dez. de 2011

WORLD INVASION / BATTLE LOS ANGELES

Quem diria: a Nasa, americanos e grandes potências vacilaram!!!
A humanidade segue sua vida cotidiana sem dar muita importância para a notícia de asteróides em rota de colisão com o planeta. Estimativas dizem que cairão em oceanos e por isso forças armadas se preparam para uma atividade mais calma doque combate. 
Imagens captadas pelo telescópio Hubble anunciam meio tarde demais que os objetos possuem núcleo de origem mecânica. Dentro de cada suposto asteróide há algo desconhecido.
O problema se torna real quando é descoberto que todos os asteróides cruzaram as capas isolantes do planeta sem perder a integridade, e cairam nos oceanos reduzindo velocidade para impacto.
Cena maravilhosa!!!
Fica muito rapidamente claro se tratar de alienígenas em plena atuação de reconhecimento e futura conquista. E que necessitam do elemento água para funcionalidades e energia em geral. Tanto é que no meio do filme um pentelho cheio de intelectualidades(como sempre)observa que o nível dos oceanos já havia decrescido muito com a chegada dos brothers!
Battle: Los Angeles é um filme que vale a pena para avaliar um pouco sobre como pensamos os irmãos celestes. São invasores? Estão em busca de novas condições de vida pois acabaram com seu planeta natal? Somos parecidos e agiremos assim um dia?
Boas perguntas mas o fato é que eles saem de suas cápsulas prontos para a briga.
Seu poder de fogo não parece ser tão mais avançado que o nosso, mas contam com um maior entendimento científico e se no começo surge apenas uma infantaria, no meio do combate uma poderosa aeronáutica vem pra fuder e confundir.
Óbvio que venceremos através da união, respeito, amor, solidariedade e todas as bobagens que americanos adoram...
Falemos um pouco sobre estes seres!
Sua configuração surpreende!!!
Possuem armadura como qualquer soldado humano. Nós podemos retirá-la,mas estes seres não. Toda a engenharia metálica que os protege está vinculada com ossos e músculos.Incluindo sua arma de fogo, plenamente conectada a seu braço!
Possuem sim um núcleo plasmático e energético, a exemplo do coração,mas são uma fusão de vida e robótica...são soldados sem muita inteligência e sensibilidade.
São seres de castas inferiores e específicas, não devemos acreditar que seus líderes sejam parecidos.
Vieram para explorar e sua derrota não significou muita coisa.
Os líderes certamente aprenderam muito sobre como somos e uma continuação parece certa e benvinda!