14 de jan. de 2013
6 de jan. de 2013
CONVERSANDO COM MINHA IRMÃ 01
Mari: Explicar melhor as teorias que falam sobre o começo de tudo, desbancando a teoria do Big Bang. Gostei disso mas é preciso se aprofundar.
Acredita-se no Big Bang porque pensam que tudo está se afastando e sendo assim deve ter um começo no sentido de um ponto espacial e temporal.
Não vejo assim. Tudo começa quando o infinito se torna finito. Mas o "primeiro finito" é muito acelerado e não temos condição de entendê-lo. Dele é que as velocidades vão diminuindo e gerando novos universos ou talvez novos campos de percepção. Então tudo é um contínuo. O universo que está acima do nosso é apenas mais rápido na vibração atômica. Quando ele desacerela e forma o nosso, ele surge por todos os lados e não através de uma big explosion.
Os corpos não estão se afastando em linha reta e para frente. Nem existe isso e nem existe reta!!! Tudo é curvo e o espaço é relativo. Pense realmente como se o universo que habitamos seja um ser que respira.
Acredita-se no Big Bang porque pensam que tudo está se afastando e sendo assim deve ter um começo no sentido de um ponto espacial e temporal.
Não vejo assim. Tudo começa quando o infinito se torna finito. Mas o "primeiro finito" é muito acelerado e não temos condição de entendê-lo. Dele é que as velocidades vão diminuindo e gerando novos universos ou talvez novos campos de percepção. Então tudo é um contínuo. O universo que está acima do nosso é apenas mais rápido na vibração atômica. Quando ele desacerela e forma o nosso, ele surge por todos os lados e não através de uma big explosion.
Os corpos não estão se afastando em linha reta e para frente. Nem existe isso e nem existe reta!!! Tudo é curvo e o espaço é relativo. Pense realmente como se o universo que habitamos seja um ser que respira.
27 de dez. de 2012
16 de dez. de 2012
MAGAZINE COVERS TWO
THIS IS A FREE EXERCISE OF PHOTOSHOP
AND ILLUSTRATION
SHOOTER AND MONSTERS BELONG TO AN UNKNOWN ILLUSTRATOR
(WOULD LIKE TO KNOW WHO IS) / IMAGE CAPTURED FROM THE NET
MY CONTRIBUTION WAS CREATING A "COLOR LAYER"
COMBINING AN ILUSTRATION (B&W)
4 de dez. de 2012
24 de nov. de 2012
PROMETHEUS
Ridley Scott é um excelente diretor.Blade Runner que o diga!
Fui babando assistir Prometheus na esperança de encontrar indícios de revelações sobre nossa origem. Não a historinha pra boi dormir que nos contam na escola, aquela que leva o Australopithecus ao Homo sapiens. Mas sim a verdadeira que remonta a milhões de anos. Não precisava nem recuar tanto, bastava fazer menção sobre a engenharia genética que fez evoluir Homo sapiens (até o que você é hoje)... e isto entre 300-200 mil anos atrás.
Mas ao terminar o filme, descobri que o intuito foi trazer uma explicação sobre as origens de um de seus personagens mais famosos: o alienígena insectóide visto em outro brilhante de seus filmes: Alien (o oitavo passageiro).
Porém Scott flerta com assuntos que me interessam. Ele trata de lembrar que várias culturas, entre Sumérios e Egípcios, documentaram seres gigantes(os "engenheiros") que teriam estado por aqui e nos criado. E dentro da narrativa do filme, cientistas em um futuro próximo, concluem que estes seres convidam a humanidade amadurecida a visitá-los em uma lua distante. Nasce então a expedição que irá investigar a tese e a bordo da nave Prometheus.
Existe um toque, ou talvez uma homenagem a:"Eram os Deuses Astronautas" de Erich von Däniken.
Mas é a partir da chegada na tal lua que o enredo começou a me confundir. Não fui preparado e nem sabendo que o filme tinha algo a ver com Alien. É necessário assistir mais de uma vez para melhor captar as idéias confusas do diretor.
E lá pelo meio uma decepção: eu imaginei que o encontro entre humanos e um de nossos criadores fosse ter características poéticas...que nada! O Ser olha suas "crias" genéticas e bem ao estilo humanóide, mata um monte! Triste...
Cheguei no fim do filme acreditando que foi uma belíssima chance perdida de nos surpreender com questões mais filosóficas e cósmicas. Os assuntos abordados são bons mas precisavam de maior conexão!
Mas não recue em investigar esta obra não, a fotografia é impecável, o ator Michael Fassbender está assustadoramente magnífico e o filme tem toda a magia e estilo deste mestre do cinema.
Fui babando assistir Prometheus na esperança de encontrar indícios de revelações sobre nossa origem. Não a historinha pra boi dormir que nos contam na escola, aquela que leva o Australopithecus ao Homo sapiens. Mas sim a verdadeira que remonta a milhões de anos. Não precisava nem recuar tanto, bastava fazer menção sobre a engenharia genética que fez evoluir Homo sapiens (até o que você é hoje)... e isto entre 300-200 mil anos atrás.
Porém Scott flerta com assuntos que me interessam. Ele trata de lembrar que várias culturas, entre Sumérios e Egípcios, documentaram seres gigantes(os "engenheiros") que teriam estado por aqui e nos criado. E dentro da narrativa do filme, cientistas em um futuro próximo, concluem que estes seres convidam a humanidade amadurecida a visitá-los em uma lua distante. Nasce então a expedição que irá investigar a tese e a bordo da nave Prometheus.
Existe um toque, ou talvez uma homenagem a:"Eram os Deuses Astronautas" de Erich von Däniken.
E lá pelo meio uma decepção: eu imaginei que o encontro entre humanos e um de nossos criadores fosse ter características poéticas...que nada! O Ser olha suas "crias" genéticas e bem ao estilo humanóide, mata um monte! Triste...
Cheguei no fim do filme acreditando que foi uma belíssima chance perdida de nos surpreender com questões mais filosóficas e cósmicas. Os assuntos abordados são bons mas precisavam de maior conexão!
Mas não recue em investigar esta obra não, a fotografia é impecável, o ator Michael Fassbender está assustadoramente magnífico e o filme tem toda a magia e estilo deste mestre do cinema.
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