5 de mar. de 2015
16 de fev. de 2015
11 de fev. de 2015
LABYRINTHINE DRAWINGS OF INTERCONNECTED ROOMS BY MATHEW BORRETT
(original post: www.thisiscolossal.com)
For this
spectacularly detailed series of architecturally influenced drawings,
Toronto-based artist Mathew Borrett labored with 005 Pigma Micron pens to
create networks of compartmentalized dwellings that appear to be carved into
the face of a cliff or dug into the ground with isometric perfection. Titled Room Series, the drawings were created in 2003, and Borrett continues to
explore imaginary landscapes that appear gently influenced by science fiction
and fantasy. You can see more of his work in his website and he has prints
available on Fine Art America. Borrett also has a self-published book spanning
the last decade. (via Artist a Day)
29 de jan. de 2015
23 de jan. de 2015
ENSAIO: PINCELADA MUSICAL
meu primeiro ensaio e postagem para o blog parceiro http://penseforadacaixa.com/ em agosto de 2013
Beethoven e Arnold Schoenberg, cada um
em sua respectiva época, passaram por momentos semelhantes: depois de iniciarem
suas carreiras respeitando os modelos musicais vigentes, partiram para uma
jornada de implosão e explosão. E trazendo novidades inquietantes.
As primeiras obras de Beethoven, podem
ser facilmente confundidas com a de algum grande expoente do período clássico, a
exemplo de Haydn e Mozart. É verdade que nelas já existiam pequenos detalhes
que fariam do compositor um inovador. Mas são suas obras tardias, como a nona
sinfonia, as sonatas para piano e principalmente os últimos quartetos para
cordas, que avançam e saltam no tempo. Parece que ele ignora todo o nascente
período romântico do século XIX e finca bandeira no começo do século XX , tamanha
é sua alucinação visionária. É como se ele estivesse dando um “hello” a Schoenberg
que ainda nem havia nascido na época de suas últimas obras. Beethoven não é
clássico e nem romântico, é atemporal e soube levar a música tonal a seus
limites. Com sua morte, ficamos a nos deslumbrar com os românticos Mahler, Brahms,
Chopin entre tantos outros deste período.
Mas nasce Schoenberg. E como Beethoven,
surge bem engajado em seu momento musical, o romantismo tardio. Momento este
que já apresentava muitas “notas estranhas e discordantes”.
Para entender a quebradeira que Schoenberg
propôs, recorro a uma visão e comparação: imagine que a escala de Mi Menor seja
um reinado. O rei “Mi”costuma a todo segundo sair de seu castelo e visitar seu vasto
império “Menor” mas mantém sua segurança sempre retornando ao castelo. Assim
funciona o sistema tonal, por mais que o compositor enrole e crie tensões, sentimos
que a música irá descansar em seu centro tonal. Já o mundo maduro de Schoenberg
é diferente: não há reis, castelos ou impérios...apenas plebeus igualitários
eternamente circulando por subúrbios, florestas escuras e tenebrosas. E sem
retorno pois não houve uma partida! Nascia então o sistema atonal e
dodecafônico.
É bonito, é gostoso de se ouvir? Alguém
agüenta ouvir duas vezes Pierrot Lunaire, sua obra mais famosa? Minha resposta
para todas é não! Todo o pensamento revolucionário de Schoenberg no começo do
século XX é como uma masturbação mental, um porre. Mas está de acordo com as
tribulações do mundo moderno e suas desilusões.
Os dois músicos marcaram a música
erudita de tal forma que hoje em dia sobrou pouco espaço para inovações. Talvez
a maior novidade de nosso tempo tenha sido a alquimia dos eruditos com as
imagens encontradas no cinema.
20 de jan. de 2015
ENSAIO INSPIRADO POR: MATRIX RELOADED
Não desejo filosofar sobre o filme e se você não assistiu, não tem problema. Apenas peguei uma
conversa entre a Oráculo e Neo, que ocorre numa praça, e desenvolvi o tema. Em certo momento
ela diz algo assim: “existem programas criadores e que sustentam a Vida das
árvores e de todas as coisas que estão aqui no planeta (Matrix).
E esta é uma maneira legal de compreender, por analogia, um
pouco sobre a Vida.
Seguindo este raciocínio, tanto uma árvore, quanto uma zebra ou uma rocha
são o resultado de programas criadores que não estão aqui em nosso mundo visível e atômico.
E para estarem, tais programas criam então novos softwares, novos programas que possuem
um pouco da essência original do programa criador e que são mais adaptados ao nosso ambiente.
Com isso, os programas criadores lançam no planeta uma
enxurrada de softwares muito similares, como por exemplo, todas as zebras que
aqui habitam. A todo momento, o programa original é alimentado com dados de cada
um da espécie. Quando uma zebra morre, finalmente o programa criador computa as
informações obtidas daquela criação específica e no nascimento de outra zebra,
o software é atualizado em termos que chamamos de Evolução! Os softwares que
estão no reino animal são mais rápidos em resposta do que os que pertencem ao
reino vegetal e mineral e por isso podemos observar com maior nitidez os
avanços deste reino. Cachorros domesticados (por exemplo) estão em profunda
mudança em sua essência e plataforma, pois estão em contato direto com algo
diferente: o ser humano.
E somos diferentes porque o programa criador e o programa
criado (nosso corpo físico) estão em foco consciente aqui mesmo no mundo atômico. Esotericamente,
chamamos isso de: o despertar da consciência. Não há necessidade de enviar dados
para lugar invisível algum, podemos acessar a Fonte Criadora imediatamente para tudo o que
desejamos criar ou experimentar. É como se somente em nós houvesse a fusão do
criador com a criatura.
Mas uma coisa é certa: a despeito de toda essa analogia, poucos de nós, as “criaturas criadas”, lembram-se dessa conexão e poder. Você pode (sem depender de eventos ou
circunstâncias) criar seu próprio universo de programas através de seus
pensamentos-sentimentos. E alimentá-los com sua essência criadora para que
também ganhem Vida em sua experiência diária.
Fale mais com o programa criador, pois você é Ele. Procure o bem-estar, procure a facilidade que você mesmo desejou um dia antes de se fundir com a criatura. Como dito no post anterior, alinhe-se com a Fonte de Energia que você É.
Fale mais com o programa criador, pois você é Ele. Procure o bem-estar, procure a facilidade que você mesmo desejou um dia antes de se fundir com a criatura. Como dito no post anterior, alinhe-se com a Fonte de Energia que você É.
19 de jan. de 2015
PENSAMENTO E IMAGEM
Olá amigos! Estou retornando aos poucos e desejo a todos um ano cheio de milagres e permissões.
"Quando você está sentindo o desconforto por
ver outras pessoas numa situação de escassez, ou de necessidade, e decide
ajudá-las a partir de seu estado de desconforto, nenhum valor duradouro ocorre,
por duas razões importantes: primeiro, você não está em alinhamento com a
Energia de sua Fonte e, assim, você não tem nenhum valor real a dar; e,
segundo, sua atenção à necessidade delas apenas amplia a necessidade delas.
É claro, é maravilhoso ajudar os outros, mas
você tem que fazer isso a partir de sua posição de força e alinhamento, o que
significa que você tem que estar em alinhamento com o sucesso delas quando você
oferece assistência, e não em alinhamento com o problema delas.
Quando sua consciência a respeito da situação
delas lhe faz se sentir desconfortável e você oferece ajuda para que elas se
sintam melhores e para você mesmo se sentir melhor, você não está no Vórtice e
não está ajudando. Quando você sente uma avidez inspirada para oferecer algo
porque você quer participar da felicidade delas, do processo bem sucedido, sua
atenção ao sucesso delas se harmoniza com o ponto de vista da Fonte; e os
recursos infinitos do Universo estão à sua disposição. E isso ajuda."
Abraham
13 de dez. de 2014
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
Esta postagem mostra o desenvolvimento e encerramento das ideias abordadas em outra anterior: MONOGRAFIA E ELETROMAGNETISMO
Resumidamente: a escola de minha filha pediu que cada aluno desenvolvesse uma monografia e, tentando ajudá-la, sugeri o tema de geração de energia elétrica através de imãs, uma forma de energia limpa. Também propomos desenvolver uma máquina para demonstrar que poderíamos gerar movimento perpétuo dos imãs e energia infinita que não dependesse de recursos naturais, tais como água ou ventos...
A parte teórica do trabalho ficou exemplar, muita boa mesmo!
Mas na hora em que fomos para a prática tudo complicou.
Montar a tal máquina foi difícil. Utilizamos um molinete de vara de pescar para gerar movimento mecânico e impulsionar os imãs, imaginando que isto seria suficiente para existir corrente elétrica em uma bobina de fio de cobre improvisada e acender uma lâmpada.
Doce ilusão! Como é difícil acender uma simples lâmpada. Faltou movimento mais acelerado dos imãs, faltou quantificar os fios de cobre...enfim faltou entender de elétrica harara....
Quase já desistindo, um mecânico de carros falou: pare de sofrer e compre um dínamo, aquela peça que usam no pneu de bicicletas (em movimento) para acender faróis de segurança.
E o milagre aconteceu: a lâmpada acendeu a um simples giro da manivela! O dínamo simplificou tudo, pois dentro dele toda a equação entre imãs e fios de cobre está correta para gerar voltagem.
Como já era previsto, não conseguimos movimento perpétuo dos imãs para manter a lâmpada acesa e assim propor uma fonte energética infinita, sem depender de recursos naturais e custo zero. Mas valeu a experiência e minha filha foi convocada para apresentar o trabalho no teatro da escola (e esta beleza de peça) :
Resumidamente: a escola de minha filha pediu que cada aluno desenvolvesse uma monografia e, tentando ajudá-la, sugeri o tema de geração de energia elétrica através de imãs, uma forma de energia limpa. Também propomos desenvolver uma máquina para demonstrar que poderíamos gerar movimento perpétuo dos imãs e energia infinita que não dependesse de recursos naturais, tais como água ou ventos...
A parte teórica do trabalho ficou exemplar, muita boa mesmo!
Mas na hora em que fomos para a prática tudo complicou.
Montar a tal máquina foi difícil. Utilizamos um molinete de vara de pescar para gerar movimento mecânico e impulsionar os imãs, imaginando que isto seria suficiente para existir corrente elétrica em uma bobina de fio de cobre improvisada e acender uma lâmpada.
Doce ilusão! Como é difícil acender uma simples lâmpada. Faltou movimento mais acelerado dos imãs, faltou quantificar os fios de cobre...enfim faltou entender de elétrica harara....
Quase já desistindo, um mecânico de carros falou: pare de sofrer e compre um dínamo, aquela peça que usam no pneu de bicicletas (em movimento) para acender faróis de segurança.
E o milagre aconteceu: a lâmpada acendeu a um simples giro da manivela! O dínamo simplificou tudo, pois dentro dele toda a equação entre imãs e fios de cobre está correta para gerar voltagem.
Como já era previsto, não conseguimos movimento perpétuo dos imãs para manter a lâmpada acesa e assim propor uma fonte energética infinita, sem depender de recursos naturais e custo zero. Mas valeu a experiência e minha filha foi convocada para apresentar o trabalho no teatro da escola (e esta beleza de peça) :
27 de nov. de 2014
MANDALA BEAUTY & MIMOS
Este não é um blog muito convencional e quando resolvo apresentar meus delírios metafísicos, bom, ai ele vira um verdadeiro pé no saco. Mas alguns destemidos blogueiros resolveram agraciar este espaço com prêmios e mimos, iniciativa que vejo muito por ai, principalmente entre os poetas e escritores. Então em profundo agradecimento apresento:
prêmio Infinity Dreams
gentileza de Isa Lisboa parceira no penseforadacaixa.com e autora em:
selo Versatile Blogger
gentileza de Mary Morais autora em:
Ofereço estes prêmios a 4 blogs que espero que gostem:
blog da luciene lima e parceira no grupo de criadores deliberados
blog da incansável trabalhadora da luz maria stela lecocq muller
blog que transita bem entre ufologia e ciências
portal da solange que é uma verdadeira biblioteca esotérica
13 de nov. de 2014
PENSAMENTOS E IMAGENS
As Quatro Forças que dirigem o Universo e nosso entendimento
científico, mais conhecido como Modelo Padrão, sustentam a formação e
estabilidade molecular de tudo na Terra e mundos por ai. Porém o que será que
sustenta essas Quatro Forças? Tem que existir alguma coisa para tal função,
pois pelo contrário ninguém nunca especularia coisas sem fim, tipo o Infinito! Devemos procurar por uma justificativa que envolva e seja “ a” responsável por nossas reações eletromagnéticas e gravitacionais...
pois pelo contrário ninguém nunca especularia coisas sem fim, tipo o Infinito! Devemos procurar por uma justificativa que envolva e seja “ a” responsável por nossas reações eletromagnéticas e gravitacionais...
A ciência especula novamente tratar-se do Éter, mas agora com uma abordagem mais avançada e
inteligente através do caminho quântico...lugar aonde os cientistas estão
demonstrando maturidade para entender as Dimensões.
Chamo esse Éter de Região Etérica do Plano Físico. E o que este tecido que nos interpenetra é: um lugar de alta
ionização! Porém não em nossos moldes radioativos. Altas ionizações podem ser
pacíficas mas ainda invisíveis aos
olhos de instrumentos e de nossa visão. A atividade desta Região é quem produz
Fótons, partículas chamadas de Luz, mas que fazem algo maior e mais profundo
por aqui: a liga de átomos com átomos...mas na Região Etérica ocorre uma aceleração das partículas.
E esta aceleração é tão poderosa, que Fótons não podem mais trabalhar
isoladamente, precisam juntar forças e aglutinarem-se em Prana, que assim, nada
mais é do que uma molécula de Fótons, e visível a olho aberto!
Neste tecido ocorre o inimaginável: há uma redução da
Gravidade. Tudo é mais expandido, coeso e suavemente radioativo e luminoso.
E como
estudante sincero lanço então uma teoria:
No Éter, duas coisas são fato:
. a Gravidade é menor porque o Campo (ou Região) não sofre a
ação e compressão da Região Física e somente dos planos superiores em Energia. O fato da Gravidade distorcer a malha Espaço-Tempo, através
dos corpos celestes, revela apenas a consequência, o resultado dessa
compressão. Tal distorção não é a causa da Gravidade.
. o Eletromagnetismo é muito mais informativo, tanto que
nossos pensamentos e sentimentos deste exato momento, marcam como um “selo de
luz” o Éter e de uma maneira que o fenômeno “Forma-Pensamento” ganha corpo...
Gravidade e Eletromagnetismo nunca irão encontrar um
denominador comum como Einstein gostaria. Gravidade tem a ver com redução e
contração e Eletromagnetismo com expansão.
A Região Etérica ainda esta para ser descoberta “oficialmente”
por nossos cientistas e realmente é gostoso acompanhar os avanços que nós
humanos estamos fazendo para uma bela
compreensão da Vida.
Agora, pessoas que morrem não estão na Região Etérica e sim
no Plano Astral... uma Dimensão de fato,
aonde muita coisa muda de maneira drástica nestes componentes surpreendentes de
construção que chamamos de Partículas. E assim vai!
28 de out. de 2014
15 de out. de 2014
MALEFICENT
Maleficent Concept Art
Disney has
released new concept art pieces for Maleficent, the live-action re-imagining of
Walt Disney’s 1959 animated film Sleeping Beauty. Some of the creature and
environment concepts were created by artists such as Craig Shoji, Dylan Cole, Michael Kutsche and director Robert Stromberg.
Links:
conceptartworld (original post)
All Images
© Disney. Source: Stitch Kingdom
10 de out. de 2014
MANDALA FOREST
Uma mandala
vai muito além de um objeto de decoração, ela é um instrumento muito poderoso
para o desenvolvimento espiritual, emocional e mental.
O nome
mandala significa círculo de energia ou círculo de cura.
Encontramos
vários tipos de mandalas no nosso dia a dia, por exemplo, na íris de nossos
olhos, nas sementes, quando cortamos uma fruta ao meio, ou até mesmo no prato
que comemos.
Em
especial, esta mandala em tons de verde e branco, irradia energias extremamente
positivas, como cura física, mental, emocional e espiritual. Está ligada
diretamente ao raio Verde, do Mestre Hilarion, mestre ascensionado da
fraternidade branca, que trabalha nossas enfermidades em todos os níveis,
vibrando cura para todo o planeta. O dia da semana ligado a este raio é a
quinta-feira, quando suas vibrações estão mais fortes.
Além
da cura, o verde é a cor da natureza, da esperança, da verdade, da justiça, perseverança,
fertilidade, estabilidade; tem a energia das realizações, o verde é o grande
purificador do planeta. Qualquer pessoa pode trabalhar com as mandalas,
confeccionando, colorindo ou mesmo meditando. A mandala colocará de forma
sutil, no lugar certo aquilo que se encontra fora. Jung diz “A mandala possui
uma eficácia dupla: conservar a ordem psíquica se ela já existe; restabelecê-la,
se desapareceu”.
Como
mentalizar? Olhe atentamente a mandala verde, fixe os olhos no centro dela,
deixe as figuras geométricas vibrarem, emitindo essa energia de cura, de
purificação.
Se
possível faça às quintas-feiras, ou às 18hs , horário de cura.
Entrando
em contato com essas vibrações especiais, você amplia seu nível de consciência ao encontro de um caminho espiritual.
Por: Shirley
Aiko Fonseca – Terapeuta holística do Ave Lux
Terapeuta
holística, desenvolve estudos personalizados em Radiestesia e Radiônica, com
atendimentos individuais e empresariais. Produz trabalhos complementares com
técnicas de Cromoterapia e Aromaterapia, sempre voltados à harmonização do
indivíduo ou grupo, nos planos mental, emocional e nos ambientes familiares.
Desenvolve também estudos em Reengenharia Mental.
30 de set. de 2014
DIGITAL ARTISTS: ROLANDO BURBON
PENAPIA
GODDESS OF THE BLACK MOON V1NC
CHARIOT OF THE GODS
THERA THE ETHEREAL QUEEN
biography and image gallery: http://fineartamerica.com/profiles/rolando-burbon.html
(the artist has allowed this post)
(the artist has allowed this post)
21 de set. de 2014
11 de set. de 2014
CINEMA: A HOSPEDEIRA
Acabei
descobrindo este filme na TV a cabo. Se por um acaso você pegá-lo no meio, dê
cinco minutos para entender o clima.
Ótimo o papel do ator William Hurt. Ele merece o filme; vejo maturidade em sua
carreira.
Mas a ideia de
alienígenas que são implantados no corpo humano, tornando-se uma “alma entrante”, é feliz. E as consequências disso são abordadas: podem existir
conflitos entre o entrante e a “alma” original.
Duas delas
em um mesmo corpo, relacionam-se com um planeta dominado por estas entidades
que só podem se manifestar através de nós. São criaturas lindas, luminosas
e expansivas. Creio que são seres de mente coletiva, pois os membros possuem
comportamentos similares quando “encarnados”.
Os poucos humanos que se salvaram
estão diluídos e em pequenos redutos.
O filme
procura equilibrar fatores espiritualistas com uma espécie de invasão e dominação do planeta. E o final
é pacífico, como é a essência do filme...
28 de ago. de 2014
ALCHEMICAL ROSE
Já havia postado essa imagem.
Porém resolvi fazer algumas
modificações, para colocá-la em uma de minhas galerias internacionais.
Mudei o título que agora está mais
apropriado e inclui pontos luminosos, com a intenção de demonstrar que a rosa é
criada primeiro nas regiões etéricas e posteriormente é manifestada em nossa
região física.
18 de ago. de 2014
VIBRANDO COM O UNIVERSO
A
ciência nos diz que elétrons e prótons possuem uma carga, uma vibração que se
expande para além do átomo e avança para o infinito. Como nosso corpo é
composto por uma infinidade de átomos em um eterno relacionamento, podemos
dizer que somos feitos de uma complexa teia vibratória, muitas vezes caótica e desarmônica.
O
segredo é unificar estas vibrações em pacotes coerentes. É nosso dever lançar a
harmonia que desejamos experimentar para que assim possa haver uma espécie de “ressonância
simpática” do Universo em nossas vidas.
Coloque
em seu Agora novos padrões de pensamento e sentimento. Sinta-se bem em seus
relacionamentos familiares e amorosos; aceite a saúde e a juventude; viva na
certeza da abundância...emita ao Universo oque realmente deseja e deixe-o agir!
12 de ago. de 2014
O BURACO NEGRO NO COMEÇO DO TEMPO E ESPAÇO
repostagem do blog: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/
e muito apropriada para os estudantes da espiritualidade científica
O que nós consideramos ter sido o ‘big bang’, físicos do Perimeter Institute conjecturam que poderia ter sido uma ‘miragem’
tridimensional de uma estrela entrando em colapso, num universo profundamente
diferente do nosso. A compreensão convencional diz que o ‘big bang‘ começou com
uma singularidade – um fenômeno de espaço/tempo inimaginavelmente quente e
denso, onde os padrões das leis de físicas são quebrados. Singularidades são
bizarras e a nossa compreensão delas é limitada.
O nosso Universo pode ter emergido de um buraco negro, num
universo dimensional mais alto, propôs o trio de pesquisadores do Perimeter Institute, na história de capa da última edição do Scientific American. “O
grande desafio da cosmologia é o de compreender o próprio ‘big bang’, escreveu
Niayesh Afshordi, membro do corpo docente.
O ‘big bang‘ apresenta uma grande questão: se ele foi
realmente um cataclismo que colocou o Universo em existência há 13.7 bilhões de
anos, então o que o causou?
Os três pesquisadores do Instituto têm uma nova ideia
sobre o que poderia ter vindo antes do ‘big bang‘. É um pouco perplexo, mas é
baseado em matemática sólida, ‘testável’ e sedutora o suficiente para ser a
história da capa do Scientific American, chamada de “The Black Hole at the
Beginning of Time“, ou “O Buraco Negro no Começo do Tempo“.
“Todos os físicos sabem que dragões saíram voando para fora
da singularidade“, disse Afshordi numa entrevista para a Nature.
O problema, como vêem os autores, é que a hipótese do ‘big bang‘
mostra o nosso relativamente compreensível, uniforme e previsível Universo
saindo da insanidade destruidora da física, que é uma singularidade. Parece
improvável. Assim, talvez algo mais ocorreu. Talvez o nosso Universo nunca foi
singular, para começar.
A sugestão deles: nosso Universo conhecido poderia ser um
“embrulho” tridimensional ao redor de horizonte de eventos de um buraco negro
de quatro dimensões. Neste cenário, o nosso Universo surgiu de uma explosão
quando uma estrela num universo quadridimensional entrou em colapso e se tornou
um buraco negro.
Em nosso Universo tridimensional, buracos negros possuem
horizonte de eventos bidimensionais – isto é, eles são cercados de uma
fronteira bidimensional que marca o ‘ponto sem retorno’. No caso de um universo
quadridimensional, um buraco negro teria um horizonte de eventos
tridimensional.
No cenário proposto por eles, o nosso Universo nunca esteve
dentro de uma singularidade; ao invés disso, ele veio a existir fora de um
horizonte de eventos, protegido da singularidade. Ele originou como – e assim
permanece – somente uma característica nos destroços implodidos de uma estrela
quadridimensional.
Os pesquisadores enfatizam que esta ideia, embora pareça
‘absurda’, é baseada firmemente na melhor matemática moderna descrevendo tempo
e espaço. Especificamente, eles usaram as ferramentas de holografia para
“tornar o ‘big bang’ numa miragem cósmica“. Ao longo do caminho, seu modelo
parece endereçar os quebra-cabeças cosmológicos conosco há muito tempo e,
crucialmente, produzem previsões possíveis de serem testadas.
É claro, nossa intuição tende a nos fazer evitar a ideia de
que tudo e todos que conhecemos emergiu de um horizonte de eventos, de um único
buraco negro com quatro dimensões. Não temos nenhum conceito do que um universo
quadridimensional possa se parecer. Não sabemos nem como um universo
quadridimensional ‘genitor’ veio a existir.
Mas em nossas falíveis instituições humanas, os
pesquisadores argumentam, evoluídos dentro de um mundo tridimensional que pode
somente revelar sombras de uma realidade.
Eles traçam um paralelo sobre a ‘alegoria da caverna de
Platão‘, na qual prisioneiros passam suas vidas vendo somente as sombras
‘piscantes’ projetadas pelo fogo na parede da caverna.
“Suas correntes os têm bloqueado de perceber o mundo
verdadeiro, um reino com uma dimensão adicional“, eles escrevem. “Os
prisioneiros de Platão não entenderam as forças por detrás do Sol, bem como não
compreendemos a universo quadridimensional. Mas pelo menos, eles sabiam onde
procurar por respostas“.
FONTE: http://www.dailygalaxy.com/
AUGUST 10/ 2014
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