6 de out. de 2015

Imagem selecionada para o XXIII Salão de Artes Plásticas de Mococa



Pela primeira vez resolvi investir em um dossiê mais elaborado e criei (finalmente) um
texto em defesa de meu trabalho. Funcionou, mas ainda carece de maturação:

"Rastros, vestígios
Luzes ocultas
Mundo invisível em busca
de revelação
Energia e matéria
num  eterno reciclar

Meu trabalho é fruto de muita pesquisa no campo da espiritualidade.
Utilizo uma vasta paleta de texturas, formas e cores para criar imagens etéricas, ricas em novas luminosidades. Procuro um ponto de contato com as realidades paralelas e criadoras de toda a nossa realidade. Há uma Energia cintilante envolvendo todo esse universo tridimensional. Energia que pode ser dirigida e manipulada, e que nos traz o verdadeiro sentido da Luz, do Tempo e do Espaço...
As Séries que apresento, congelam o movimento dessa Luz e estabelecem uma ligação entre intensidades e frequências, entre o abstrato e inimaginável."


28 de ago. de 2015

EXPOSIÇÃO GALERIA BRIC A BRAC

Vernissage foi agora dia 26.08.2015 e envio algumas fotos do evento. Mais uma exposição em meu currículo. Apresentei duas obras em parceria com um amigo designer e que trabalha com impressão em acrílico. Ótima experiência!










18 de jun. de 2015

CURIOSIDADES SOBRE O "PÉ GRANDE"

Trecho do livro: O Caminho para a Saúde de Seth / Jane Roberts
Gentilmente cedido pela Lu Lima, organizadora de um grupo de estudo, que faço parte, chamado Jardim Secreto.
Mais livros ou informações: http://espacocriando.blogspot.com.br/

Pé Grande e o Abominável Homem das Neves

" Há realmente dois tipos diferentes de mamíferos eretos, muito parecidos com sua espécie, mas muito maior, e com sentidos infinitamente mais apurados. Eles são realmente criaturas incrivelmente rápidas e apenas através do olfato eles ficam cientes da presença do homem quando qualquer membro de sua espécie está nos arredores imediatos - ficando, digamos, pelo menos a várias milhas de distância. A matéria vegetal é a dieta principal deles, embora muitas vezes implementada por insetos, que são considerados como uma iguaria. Eles, em relação a isso, desenvolveram armadilhas muito engenhosas para insetos, de maneira que centenas, ou mais, podem ser capturados, pois muitos são necessários já que insetos são tão pequenos. Estas armadilhas são muitas vezes construídas em árvores, nas cascas, de tal forma que a goma da própria árvore é usada para capturar os insetos. As armadilhas parecem ser parte da própria árvore, de modo a protegê-los.
Estas criaturas realmente têm memória, mas as lembranças deles operam muito rapidamente - um tipo de dedução quase instantânea, que vem como um sentido de informação interpretada. Ou seja, é recebida e interpretada quase de uma vez, ou simultaneamente.
A procriação não ocorre até que os indivíduos estejam bem além da idade que vocês considerariam normal para reprodução. No entanto, o procedimento é o mesmo. Com alguma variação territorial, tais criaturas residem em muitas áreas mundiais em seu planeta, embora a população geral deles seja muito pequena - no todo, algo em torno de, talvez, vários milhares.
Eles raramente se reúnem em grandes grupos, mas têm uma família e uma organização como que tribal, com no máximo doze adultos em qualquer área determinada. Quando filhos são adicionados, os grupos se quebram novamente, pois eles sabem bem que em grandes números eles seriam muito fáceis de serem descobertos.
Todos eles usam ferramentas de um tipo ou outro, e vivem de fato em concordância com os animais. Não há competição entre eles e os animais, por exemplo, e basicamente não são agressivos, embora possam ser extremamente perigosos se forem encurralados, ou se seus mais jovens forem atacados. Eles crescem bastante lentamente no inverno, em climas muito frios, e a temperatura deles cai, como é característico de animais que hibernam, exceto que a temperatura deles é mais sensível às variações diárias, então em alguns dias de inverno eles podem procurar muio bem por comida, embora, por outro lado, possam hibernar até mesmo por semanas a fio.
Eles tem uma profunda compreensão da natureza e dos fenômenos naturais. A linguagem não é desenvolvida a qualquer grau, pois o equipamento sensório deles é tão puro e rápido que quase torna-se uma linguagem própria, e não precisa de qualquer elaboração.
Estes sentidos possuem as próprias variações, de maneira que sem nenhuma palavra como "agora" ou "daí", as criaturas são capazes de saber bastante acuradamente quantas criaturas vivas estão nas vizinhanças, quanto tempo estivera ali - e a experiência deles com o tempo é uma que segue as estações de tal modo que eles formaram uma imagem sem palavras, uma figura fielmente acurada do mundo, incluindo uma direção navegacional. "


9 de abr. de 2015

CASA DA XICLET - EXPOSIÇÃO

Participo com 2 trabalhos em um anexo para jovens artistas dentro da exposição MAR na inusitada galeria Casa da Xiclet, que é dirigida pela adorável Adriana Xiclet.


A Casa da Xiclet existe há 14 anos. Antes era uma casa bem pequena de
apenas um quarto e uma salinha, onde as pessoas visitavam a exposição
montada na sala e no quarto dela. Sempre teve um caráter de arte
contemporânea bem experimental e de jovens artistas. Depois mudou-se
para a casa atual, onde está há uns 10 anos. Ela faz exposições
regularmente e tem o apoio de muita gente e do jornalista e
colecionador Celso Fioravante. A renda da Casa vem da venda de obras
de arte, programas e contribuições de artistas em algumas exposições.
A Xiclet agora tem uma sensacional residência artística na sala
principal da casa. Reproduzindo o próprio percurso da galerista, os
hóspedes dormem em volta de obras e nas exposições o quarto fica
arrumado para as visitas. Lá o amor pela arte está muito acima dos
padrões convencionais. Sua programação frequentemente ironiza temas da
arte contemporânea e suas instituições, como as Bienais e Museus. Na
exposição atual MAR - Mostra de Arte Ruim, ela se refere ao novo Museu
de Arte do Rio (MAR) que tem repercutido um novo acervo de artistas
emergente e coletivos de arte.

artista e consultor de arte

fotos da exposição de Júlia e Dena 
 imagem da extrema direita: Eu e Ricardo Ramalho e ao fundo meus trabalhos expostos