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20 de jan. de 2015

ENSAIO INSPIRADO POR: MATRIX RELOADED

Não desejo filosofar sobre o filme e se você não assistiu, não tem problema.  Apenas peguei uma conversa entre a Oráculo e Neo, que ocorre numa praça, e desenvolvi o tema. Em certo momento ela diz algo assim: “existem programas criadores e que sustentam a Vida das árvores e de todas as coisas que estão aqui no planeta (Matrix).
E esta é uma maneira legal de compreender, por analogia, um pouco sobre a Vida.
Seguindo este raciocínio, tanto uma árvore, quanto uma zebra ou uma rocha são o resultado de programas criadores que não estão aqui em nosso mundo visível e atômico. E para estarem, tais programas criam então novos softwares, novos programas que possuem um pouco da essência original do programa criador e que são mais adaptados ao nosso ambiente.
Com isso, os programas criadores lançam no planeta uma enxurrada de softwares muito similares, como por exemplo, todas as zebras que aqui habitam. A todo momento, o programa original é alimentado com dados de cada um da espécie. Quando uma zebra morre, finalmente o programa criador computa as informações obtidas daquela criação específica e no nascimento de outra zebra, o software é atualizado em termos que chamamos de Evolução! Os softwares que estão no reino animal são mais rápidos em resposta do que os que pertencem ao reino vegetal e mineral e por isso podemos observar com maior nitidez os avanços deste reino. Cachorros domesticados (por exemplo) estão em profunda mudança em sua essência e plataforma, pois estão em contato direto com algo diferente: o ser humano.
E somos diferentes porque o programa criador e o programa criado (nosso corpo físico) estão em foco consciente aqui mesmo no mundo atômico. Esotericamente, chamamos isso de: o despertar da consciência. Não há necessidade de enviar dados para lugar invisível algum, podemos acessar a Fonte Criadora imediatamente para tudo o que desejamos criar ou experimentar. É como se somente em nós houvesse a fusão do criador com a criatura.
Mas uma coisa é certa: a despeito de toda essa analogia, poucos de nós, as “criaturas criadas”, lembram-se dessa conexão e poder. Você pode (sem depender de eventos ou circunstâncias) criar seu próprio universo de programas através de seus pensamentos-sentimentos. E alimentá-los com sua essência criadora para que também ganhem Vida em sua experiência diária.
Fale mais com o programa criador, pois você é Ele. Procure o bem-estar, procure a facilidade que você mesmo desejou um dia antes de se fundir com a criatura. Como dito no post anterior, alinhe-se com a Fonte de Energia que você É.



13 de mar. de 2012

PLANETA DOS MACACOS

Arrisco uma crítica mais desencanada e livre dos temas geralmente abordados neste blog.
É que este filme é redondinho, bem construído e realmente entrega uma boa justificativa e razão para o grande sucesso de 1968 com Charlton Heston.
Lembremos que Planet of the Apes(1968), começa com uma experiência: cientistas tentam provar que ao viajar à velocidade da luz em uma nave espacial, o Tempo para eles passaria mais devagar do que para quem estava no planeta Terra. E de fato isto acontece e os astronautas retornam a uma Terra no futuro, aonde os símios governam.
Ao assistir Planeta dos Macacos / A Origem, descobrimos que humanos foram responsáveis pela ascensão destes animais. Na busca insana por lucros, fama e cura do Mal de Alzheimer, cientistas testam uma droga em símios e estes ganham maior capacidade cognitiva. Espera-se que em humanos a droga possa reverter a perda neuronal, a perda de memória e toda a atrofia cerebral que esta doença nos causa!
Nada dá certo para o laboratório investidor, mas eis que cresce um símio que herdou genes de uma falecida mãe e tratada com o medicamento. Como não há problemas cerebrais a serem tratados neste pequeno filhote,a droga acaba por potencializar suas faculdades.
Se eu tivesse que dizer quem é o personagem mais fraterno e solidário desta trama, fico com César!
Este chega ao cúmulo da elegância, honra e respeito, bem diferente dos humanos em questão. César evolui dramaticamente, entendendo que não é humano e nem macaco, é um mutante,um ser diferenciado.
Quando César se cansa de sua própria parcimônia,ai o bicho pega!!!
Ele lidera um grande grupo de irmãos enjaulados e partem todos para a revolução em plena San Francisco.
O final é simplesmente brilhante e aterrorizador: César chega no ouvido de seu "pai humano", em uma bela floresta, e diz: "Cesar is home"!!!UAU!!! O cara constrói uma frase!!! Tanto Cornelius como Zira, personagens símios da edição de 1968, devem ter coçado a orelha lá bem longe no futuro...

14 de fev. de 2012

MISSION TO MARS

Uma teoria interessante este filme propõe: nós humanos somos irmãos de sangue de uma raça alienígena que em outros tempos, habitou o planeta Marte. Vale a pena, possui belas cenas e ótimos atores! Mas os detalhes que sempre me marcaram se anunciam mais para o final do filme, quando os astronautas humanos, em missão de resgate de alguns companheiros presos no planeta, conseguem penetrar na misteriosa "montanha-rosto" e topam com a seguinte cena:


Uma verdadeira holografia do sistema solar ganha vida e mostra oque teria acontecido com os habitantes marcianos e os motivos de sua futura prospecção na Terra. E nisto um belíssimo exemplar de ser alienígena dá o ar da graça! Muito bom e bonito este seu encontro com os humanos. Penso ser assim que um dia iremos também fazer com todos os brothers que anunciam sua chegada por aqui...


Algo interessante e revelador acontece: o alienígena enfia a mão em seu peito e dele retira uma cadeia completa de seu próprio DNA, na verdade e propriamente, o nosso!Isto evidencia sua constituição etérica e fotônica, embora ele se pareça de carne e osso. No momento seguinte ele oferece sua mão a um dos irmãos humanos e o aperto parece ser bem real, bem "sólido"...nada estranho para quem pode conduzir sua vontade pelo pensamento: seres unificados podem vibrar em densidades diferentes e se adaptarem rapidamente a alguma taxa vibratória.


Talvez o detalhe mais interessante seja uma das últimas cenas: o astronauta Gary Sinise,ao decidir acompanhar seu irmão celeste, é obrigado a mergulhar num líquido que se parece com água, porém nota-se milhares de "luzes" se agitando dentro dela. Quando não aguenta mais segurar a respiração,descobre que respira a água.
Está aí uma das propriedades fantásticas(e ainda não descoberta por nossa ciência) do Prana em atividade consciente.
Show este filme... 


22 de jan. de 2012

THE WAR OF THE WORLDS

por Rodrigo Portillo
www.1up.net.br


A GUERRA DOS MUNDOS E O CONCEITO DE DESIGN

Não me canso de dar exemplos de que o design é a mistura de forma e função. Deve ser feito como uma extensão da idéia ou do objetivo alcançado. O exemplo que eu gostaria de dar hoje vem de um romance escrito há mais de 100 anos, de 1898 para ser mais exato.
A Guerra dos Mundos é um romance de ficção científica escrito por Herbert George Wells, muito famoso em sua época, é lembrado até hoje por causa da conhecida dramatização de rádio que gerou pânico em alguns lugares. Entretanto, pouco é lembrado por sua crítica e contextos históricos. Quando lançado, A Guerra dos Mundos criticava o poder mundial que então era da Inglaterra, mostrando que sempre pode haver uma força maior e que todos as grandes potências podem ser subjugadas. O mesmo aconteceu com a dramatização cinematográfica, em 1953, criticando a agora potência mundial, EUA, e a Guerra Fria.


Conceitos históricos a parte, uma questão esquecida do livro de Wells, em parte lembrada (apesar de que mal explorada) na versão de 2005, de Steve Spielberg, é o Design dos alienígenas e dos Tripods.
Diferente dos filmes, os alienígenas de Wells são criaturas semelhantes a polvos, com largos tentáculos que lhes davam a vantagem de operar vários equipamentos simultaneamente. Até então, as pessoas não imaginavam o design orgânico. Os produtos, equipamentos, máquinas e outros, não possuíam uma característica natural. No entanto, os tripods, as máquinas onde os marcianos andavam tinham 3 pernas, muito diferente da ideia de espaçonaves que temos hoje. Esses membros eram flexíveis e se dobravam de forma semelhante a uma mangueira. A máquina ainda usava tentáculos gigantes para segurar os seres-humanos e outros grandes objetos que lhes interessavam. Os tripods se assemelhavam a seus utilizadores, funcionando como uma extensão de seus corpos e tendo um design de fácil reconhecimento e operação de seus ocupantes.
Apesar de ter raios mortais, os tripods também soltavam um gás escuro, que, pela a descrição de Wells, se assemelha muito àquele líquido preto que o polvo usa para se defender.

Explicando o Design de Wells

Quando H. G. Wells idealizou A Guerra dos Mundos, precisou se preocupar bastante com os tripods, eles seriam o elemento chave para que causasse medo e terror, além do questionamento, para os leitores. Os tripods foram criados para ter uma assimilação orgânica com seus operadores. Assim como no design para seres-humanos, os objetos precisam ser práticos e se adequar as necessidades da natureza humana para poder ser mais óbvio e fácil de se manusear. A semelhança dos equipamentos com os seus ocupantes é um ótimo exemplo de desenvolvimento do design humano. Geralmente, o design de um artefato deve ser feito para gerar um reconhecimento do usuário com algo existente ou de uma forma que funcione como a extensão do corpo. O filme de 1953 mudou a ideia de tripos, introduzindo naves espaciais, porém ainda usa o design orgânico, pouco semelhante a uma máquina convencional humana. Se pararmos para pensar, todos os inventos tendem a se parecer com criaturas ou artefatos naturais, como os helicópteros, aviões, carros, a ideia é baseado na nossa natureza, o mesmo teria acontecido com os alienígenas de A Guerra dos Mundos, os seus equipamentos seriam semelhantes à natureza que eles conhecem. 

A Ficção Científica e o Design

Os romances antigos, em especial os de ficção científica, mostram as expectativas dos designs futuristas e nos dá uma ideia do que as pessoas costumam crer como formas eternas. Talvez as obras de Julio Verne sejam os melhores exemplos de design para o desenvolvimento de boas histórias. Em antigos filmes e séries, como Perdidos no Espaço ou Jornada nas Estrelas, podemos ver elementos de um local futuro, porém mantendo características de sua época, como cabelos, estilos, roupas e principalmente o design dos equipamentos. Filmes antigos são interessantes para um designer entender a evolução da forma e função humana, notar que os projetos dependem das funções que são necessárias ou que acredita-se que serão necessárias. Laranja Mecânica, Da Terra a Lua, De Volta Para o Futuro, além do próprio A Guerra dos Mundos são bons exemplos.


Concluindo

Todo mundo da área de design costuma ver imagens, analisar formas, mas poucos tem o costume de analisar o objeto através da leitura. Autores de romance precisam descrever bem as cenas e objetos de uma forma com que a história seja plausível, no mínimo aceitável para a mente humana. Todo o escritor de ficção precisa ser um bom designer e o bom designer pode aprender muito com escritores.


10 de jan. de 2012

SHERLOCK HOLMES


Robert Downey Jr.ressurgindo com toda sua competência e elegância.Jude Law(como Watson)em papel finalmente correto para seu estilo e uma direção irônica e desconcertante de Guy Ritchie. That´s All!!!
"CENAS DE FILMES" não tem a intenção de fazer resenhas críticas e muito menos falar de atores. Este espaço é para observar detalhes que possam contribuir para a filosofia deste blog.
Mas Arthur Conan Doyle gostaria de ter ido ao cinema e assistir a esta versão de seu clássico. Neste filme acontece a eterna batalha entre ciência e ocultismo...e a ciência dá um surra em todo o arquétipo chamado de "sociedades secretas".
E se observarmos o filme sob esta óptica, é como se um novo surgisse e não fosse mais uma aventura de investigação localizada em uma Inglaterra remota.
O personagem Holmes chega a fazer zombarias e cometer atos de extrema arrogância a todos os ditos mestres da tal "Ordem Secreta" que comparece no filme.
Tal Ordem é composta por gente importante da sociedade e política inglesa. Sentem-se protetores da humanidade e donos dos maiores avanços "para um bem maior ao longo dos séculos". E advertem Holmes que um pupilo chamado Lord Blackwood se desgarrou e pretende conquistar o mundo. O desgarrado dá demonstrações fantásticas de seu poder e aterroriza o povo londrino...
Maçonaria, Rosacruzes, Illuminatis, Judeus Cabalísticos e tantos outros são colocados em xeque, afinal Holmes dá sentido e coerência a todos fenômenos de Blackwood através da ciência,em especial a química!
Conan Doyle flertou com a Maçonaria e o nascente Espiritismo e talvez por isso o diretor Guy Ritchie tenha conduzido o filme por este caminho.
É um pouco injusto assistir aos espiritualistas ligados a ordens iniciáticas serem tão sacaneados...mas é divertido!!!
Sempre que lembro deste filme,surge esta cena:
Holmes faz uma experiência interessante: som tonais e concordantes levam as moscas ao caos! Porém sons atonais fazem com que elas girem em harmonia dentro de um recipiente, em círculos concêntricos.
Holmes é dedicado à ciência e a experiência.
E ai lembro também de um belo princípio maçônico e digno de reflexões:




14 de dez. de 2011

WORLD INVASION / BATTLE LOS ANGELES

Quem diria: a Nasa, americanos e grandes potências vacilaram!!!
A humanidade segue sua vida cotidiana sem dar muita importância para a notícia de asteróides em rota de colisão com o planeta. Estimativas dizem que cairão em oceanos e por isso forças armadas se preparam para uma atividade mais calma doque combate. 
Imagens captadas pelo telescópio Hubble anunciam meio tarde demais que os objetos possuem núcleo de origem mecânica. Dentro de cada suposto asteróide há algo desconhecido.
O problema se torna real quando é descoberto que todos os asteróides cruzaram as capas isolantes do planeta sem perder a integridade, e cairam nos oceanos reduzindo velocidade para impacto.
Cena maravilhosa!!!
Fica muito rapidamente claro se tratar de alienígenas em plena atuação de reconhecimento e futura conquista. E que necessitam do elemento água para funcionalidades e energia em geral. Tanto é que no meio do filme um pentelho cheio de intelectualidades(como sempre)observa que o nível dos oceanos já havia decrescido muito com a chegada dos brothers!
Battle: Los Angeles é um filme que vale a pena para avaliar um pouco sobre como pensamos os irmãos celestes. São invasores? Estão em busca de novas condições de vida pois acabaram com seu planeta natal? Somos parecidos e agiremos assim um dia?
Boas perguntas mas o fato é que eles saem de suas cápsulas prontos para a briga.
Seu poder de fogo não parece ser tão mais avançado que o nosso, mas contam com um maior entendimento científico e se no começo surge apenas uma infantaria, no meio do combate uma poderosa aeronáutica vem pra fuder e confundir.
Óbvio que venceremos através da união, respeito, amor, solidariedade e todas as bobagens que americanos adoram...
Falemos um pouco sobre estes seres!
Sua configuração surpreende!!!
Possuem armadura como qualquer soldado humano. Nós podemos retirá-la,mas estes seres não. Toda a engenharia metálica que os protege está vinculada com ossos e músculos.Incluindo sua arma de fogo, plenamente conectada a seu braço!
Possuem sim um núcleo plasmático e energético, a exemplo do coração,mas são uma fusão de vida e robótica...são soldados sem muita inteligência e sensibilidade.
São seres de castas inferiores e específicas, não devemos acreditar que seus líderes sejam parecidos.
Vieram para explorar e sua derrota não significou muita coisa.
Os líderes certamente aprenderam muito sobre como somos e uma continuação parece certa e benvinda!



8 de dez. de 2011

IRON MAN 2



Através deste filme, química e física se misturam para a criação de um novo elemento na tabela periódica. Assunto que envolve número atômico, massa, valência, matéria e substância.
Em outro ensaio acabei por soltar uma frase meio inconsciente mas reveladora de meus atuais e doidos pensamentos:
"Não há substância. Não há nada no átomo que justifique uma agregação de elementos que formem a matéria."Oque há no átomo??? Com certeza ainda não sabemos com propriedade.
A cada dia a ciência complica mais as coisas e dezenas de subpartículas invadem nosso cotidiano. Luta-se desesperadamente para descobrir a "partícula de deus", o Bóson de Higgs, que traria melhor entendimento dos termos: matéria, substância e massa...faltam explicações sobre como podemos ser uma realidade física e este é o impasse da ciência!
E eu to querendo descomplicar a minha vida. Começo a acreditar seriamente que toda e qualquer partícula, do elétron aos quarks,são apenas fótons vibrando de uma maneira particular, em diversas velocidades. A famosa "corda" da teoria das supercordas seria apenas isto.
O fóton vibrando em uníssono e constantemente pode se tornar uma partícula como o elétron. O fóton livre pode ser ondulação e transmissão. Uma molécula de fótons na velocidade da luz pode ser prana ou pura luz multidimensional. Abaixo da velocidade da luz pode ser vc!
Se só existem fótons então só existem manifestações da luz. Tanto neste plano de percepção chamado de terceira dimensão como em qualquer outro. O fóton é primo-irmão da verdadeira concepção de luz e vida.
Não zombem...muitos acadêmicos andam refletindo sobre isto e com maior profundidade.
Mas este blog é democrático e não sou o dono da verdade,sou um estudante,e por isso vamos a Tony Stark e o legado de seu pai.


Mesmo limitado pela tecnologia de sua época, Howard deixa para seu pequeno filho um mistério: uma maquete da cidade do futuro!
Já adulto,o inquieto Tony irá transformá-la em imagem virtual, uma holografia espacial.
O paládio, elemento que sustenta o reator em seu coração, está contaminando seu corpo e sangue. Tony tentou passar as fronteiras da tabela periódica e hibridizar um novo elemento capaz de curá-lo. Igual ao que vem fazendo a ciência moderna: criar um novo elemento super-pesado:o número 119 e o 120.

A holografia da maquete se mostra: está nela a concepção de um elemento novo...que não é fruto de tentativas de utilização dos antigos!
Algo inédito, que seu pai concebeu mas não pôde trazer à realidade...
O elemento passa a existir como realidade virtual e caberá a Tony, com toda genialidade herdada do pai(e grana também)sintetizar as informações eletrônicas, neutrônicas e protônicas visualizadas e contabilizadas através de seu super computador pessoal: JARVIS.

Por toda sua simpatia, acabamos por perdoar Tony neste aspecto: seria impossível criar um acelerador de partículas no porão de sua casa e conceber este elemento por lá mesmo! E sem ajuda.
A física moderna vêm colidindo os elementos atômicos já há algum tempo(em máquinas muito extensas) e o máximo que consegue é formar novos núcleos que duram alguns milionésimos de segundo...estes decaem. Mas enfim,Tony é salvo pela ideia e criação de seu pai!




1 de dez. de 2011

MATRIX

Bebês em líquido proteico semelhante ao uterino.
Controlados e dirigidos por uma vontade mecânica.
As máquinas,computadores nos experimentando e conseguindo gerar uma interação neuro-simbiótica que nos faz acreditar que somos seres com substância.
Não há substância,não há nada no átomo que possa justificar uma agregação de elementos que formem a matéria.
NEO é um erro na matrix,uma falha temporal!
Mas se a projeção inspira o ser original,então temos um rebelde,um salvador..


Somos então uma holografia de nossa verdadeira essência,quem somos é muito maior.E a consciência divina pode estar dormindo agora como um bebê e nós,como sua projeção,estarmos vivendo uma parte da vida total.