13 de dez de 2014

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

Esta postagem mostra o desenvolvimento e encerramento das ideias abordadas em outra anterior: MONOGRAFIA E ELETROMAGNETISMO
Resumidamente: a escola de minha filha pediu que cada aluno desenvolvesse uma monografia e, tentando ajudá-la, sugeri o tema de geração de energia elétrica através de imãs, uma forma de energia limpa. Também propomos desenvolver uma máquina para demonstrar que poderíamos gerar movimento perpétuo dos imãs e energia infinita que não dependesse de recursos naturais, tais como água ou ventos...

A parte teórica do trabalho ficou exemplar, muita boa mesmo!
Mas na hora em que fomos para a prática tudo complicou.
Montar a tal máquina foi difícil. Utilizamos um molinete de vara de pescar para gerar movimento mecânico e impulsionar os imãs, imaginando que isto seria suficiente para existir corrente elétrica em uma bobina de fio de cobre improvisada e acender uma lâmpada.

















Doce ilusão! Como é difícil acender uma simples lâmpada. Faltou movimento mais acelerado dos imãs, faltou quantificar os fios de cobre...enfim faltou entender de elétrica harara....
Quase já desistindo, um mecânico de carros falou: pare de sofrer e compre um dínamo, aquela peça que usam no pneu de bicicletas (em movimento) para acender faróis de segurança.
E o milagre aconteceu: a lâmpada acendeu a um simples giro da manivela! O dínamo simplificou tudo, pois dentro dele toda a equação entre imãs e fios de cobre está correta para gerar voltagem.
Como já era previsto, não conseguimos movimento perpétuo dos imãs para manter a lâmpada acesa e assim propor uma fonte energética infinita, sem depender de recursos naturais e custo zero. Mas valeu a experiência e minha filha foi convocada para apresentar o trabalho no teatro da escola (e esta beleza de peça) :





























27 de nov de 2014

MANDALA BEAUTY & MIMOS




Este não é um blog muito convencional e quando resolvo apresentar meus delírios metafísicos, bom, ai ele vira um verdadeiro pé no saco. Mas alguns destemidos blogueiros resolveram agraciar este espaço com prêmios e mimos, iniciativa que vejo muito por ai, principalmente entre os poetas e escritores. Então em profundo agradecimento apresento:

prêmio Infinity Dreams
gentileza de Isa Lisboa parceira no penseforadacaixa.com e autora em:


selo Versatile Blogger
gentileza de Mary Morais autora em:


Ofereço estes prêmios a 4 blogs que espero que gostem:

blog da luciene lima e parceira no grupo de criadores deliberados

blog da incansável trabalhadora da luz maria stela lecocq muller

blog que transita bem entre ufologia e ciências

portal da solange que é uma verdadeira biblioteca esotérica





13 de nov de 2014

PENSAMENTOS E IMAGENS


 I
As Quatro Forças que dirigem o Universo e nosso entendimento científico, mais conhecido como Modelo Padrão, sustentam a formação e estabilidade molecular de tudo na Terra e mundos por ai. Porém o que será que sustenta essas Quatro Forças? Tem que existir alguma coisa para tal função,
pois pelo contrário ninguém nunca especularia coisas sem fim, tipo o Infinito! Devemos procurar por uma justificativa que envolva e seja “ a” responsável por nossas reações eletromagnéticas e gravitacionais...

A ciência especula novamente tratar-se do Éter,  mas agora com uma abordagem mais avançada e inteligente através do caminho quântico...lugar aonde os cientistas estão demonstrando maturidade para entender as Dimensões.

Chamo esse Éter de Região Etérica do Plano Físico. E o que este tecido que nos interpenetra é: um lugar de alta ionização! Porém não em nossos moldes radioativos. Altas ionizações podem ser pacíficas mas ainda invisíveis aos olhos de instrumentos e de nossa visão. A atividade desta Região é quem produz Fótons, partículas chamadas de Luz, mas que fazem algo maior e mais profundo por aqui: a liga de átomos com átomos...mas na Região Etérica ocorre uma aceleração das partículas. E esta aceleração é tão poderosa, que Fótons não podem mais trabalhar isoladamente, precisam juntar forças e aglutinarem-se em Prana, que assim, nada mais é do que uma molécula de Fótons, e visível a olho aberto!

Neste tecido ocorre o inimaginável: há uma redução da Gravidade. Tudo é mais expandido, coeso e suavemente radioativo e luminoso.
E como estudante sincero lanço então uma teoria:

No Éter, duas coisas são fato:

. a Gravidade é menor porque o Campo (ou Região) não sofre a ação e compressão da Região Física e somente dos planos superiores em Energia. O fato da Gravidade distorcer a malha Espaço-Tempo, através dos corpos celestes, revela apenas a consequência, o resultado dessa compressão. Tal distorção não é a causa da Gravidade.

. o Eletromagnetismo é muito mais informativo, tanto que nossos pensamentos e sentimentos deste exato momento, marcam como um “selo de luz” o Éter e de uma maneira que o fenômeno “Forma-Pensamento”  ganha corpo... 

Gravidade e Eletromagnetismo nunca irão encontrar um denominador comum como Einstein gostaria. Gravidade tem a ver com redução e contração e Eletromagnetismo com expansão.
A Região Etérica ainda esta para ser descoberta “oficialmente” por nossos cientistas e realmente é gostoso acompanhar os avanços que nós humanos estamos fazendo para uma  bela compreensão da Vida.


Agora, pessoas que morrem não estão na Região Etérica e sim no Plano Astral...  uma Dimensão de fato, aonde muita coisa muda de maneira drástica nestes componentes surpreendentes de construção que chamamos de Partículas. E assim vai!

II


15 de out de 2014

MALEFICENT


Maleficent Concept Art

Disney has released new concept art pieces for Maleficent, the live-action re-imagining of Walt Disney’s 1959 animated film Sleeping Beauty. Some of the creature and environment concepts were created by artists such as Craig Shoji, Dylan Cole, Michael Kutsche and director Robert Stromberg.

Links:
conceptartworld (original post)














All Images © Disney. Source: Stitch Kingdom




10 de out de 2014

MANDALA FOREST




Uma mandala vai muito além de um objeto de decoração, ela é um instrumento muito poderoso para o desenvolvimento espiritual, emocional e mental.
O nome mandala significa círculo de energia ou círculo de cura.
Encontramos vários tipos de mandalas no nosso dia a dia, por exemplo, na íris de nossos olhos, nas sementes, quando cortamos uma fruta ao meio, ou até mesmo no prato que comemos.
Em especial, esta mandala em tons de verde e branco, irradia energias extremamente positivas, como cura física, mental, emocional e espiritual. Está ligada diretamente ao raio Verde, do Mestre Hilarion, mestre ascensionado da fraternidade branca, que trabalha nossas enfermidades em todos os níveis, vibrando cura para todo o planeta. O dia da semana ligado a este raio é a quinta-feira, quando suas vibrações estão mais fortes.
Além da cura, o verde é a cor da natureza, da esperança, da verdade, da justiça, perseverança, fertilidade, estabilidade; tem a energia das realizações, o verde é o grande purificador do planeta. Qualquer pessoa pode trabalhar com as mandalas, confeccionando, colorindo ou mesmo meditando. A mandala colocará de forma sutil, no lugar certo aquilo que se encontra fora. Jung diz “A mandala possui uma eficácia dupla: conservar a ordem psíquica se ela já existe; restabelecê-la, se desapareceu”.
Como mentalizar? Olhe atentamente a mandala verde, fixe os olhos no centro dela, deixe as figuras geométricas vibrarem, emitindo essa energia de cura, de purificação.
Se possível faça às quintas-feiras, ou às 18hs , horário de cura.
Entrando em contato com essas vibrações especiais, você amplia seu nível de consciência  ao encontro de um caminho espiritual.


Por: Shirley Aiko Fonseca – Terapeuta holística do Ave Lux

Terapeuta holística, desenvolve estudos personalizados em Radiestesia e Radiônica, com atendimentos individuais e empresariais. Produz trabalhos complementares com técnicas de Cromoterapia e Aromaterapia, sempre voltados à harmonização do indivíduo ou grupo, nos planos mental, emocional e nos ambientes familiares. Desenvolve também estudos em Reengenharia Mental.






30 de set de 2014

DIGITAL ARTISTS: ROLANDO BURBON

PENAPIA


GODDESS OF THE BLACK MOON V1NC


CHARIOT OF THE GODS


THERA THE ETHEREAL QUEEN



biography and image gallery: http://fineartamerica.com/profiles/rolando-burbon.html
(the artist has allowed this post)


11 de set de 2014

CINEMA: A HOSPEDEIRA



Acabei descobrindo este filme na TV a cabo. Se por um acaso você pegá-lo no meio, dê cinco minutos para entender o clima.
Ótimo o papel do ator William Hurt. Ele merece o filme; vejo maturidade em sua carreira.
Mas a ideia de alienígenas que são implantados no corpo humano, tornando-se uma “alma entrante”, é feliz. E as consequências disso são abordadas: podem existir conflitos entre o entrante e a “alma” original.
Duas delas em um mesmo corpo, relacionam-se com um planeta dominado por estas entidades que só podem se manifestar através de nós. São criaturas lindas, luminosas e expansivas. Creio que são seres de mente coletiva, pois os membros possuem comportamentos similares quando “encarnados”.
 Os poucos humanos que se salvaram estão diluídos e em pequenos redutos.
O filme procura equilibrar fatores espiritualistas com uma espécie de invasão e dominação do planeta. E o final é pacífico, como é a essência do filme...



28 de ago de 2014

ALCHEMICAL ROSE


Já havia postado essa imagem.
Porém resolvi fazer algumas modificações, para colocá-la em uma de minhas galerias internacionais.
Mudei o título que agora está mais apropriado e inclui pontos luminosos, com a intenção de demonstrar que a rosa é criada primeiro nas regiões etéricas e posteriormente é manifestada em nossa região física.




18 de ago de 2014

VIBRANDO COM O UNIVERSO


A ciência nos diz que elétrons e prótons possuem uma carga, uma vibração que se expande para além do átomo e avança para o infinito. Como nosso corpo é composto por uma infinidade de átomos em um eterno relacionamento, podemos dizer que somos feitos de uma complexa teia vibratória, muitas vezes caótica e desarmônica.

O segredo é unificar estas vibrações em pacotes coerentes. É nosso dever lançar a harmonia que desejamos experimentar para que assim possa haver uma espécie de “ressonância simpática” do Universo em nossas vidas.

Coloque em seu Agora novos padrões de pensamento e sentimento. Sinta-se bem em seus relacionamentos familiares e amorosos; aceite a saúde e a juventude; viva na certeza da abundância...emita ao Universo oque realmente deseja e deixe-o agir!




12 de ago de 2014

O BURACO NEGRO NO COMEÇO DO TEMPO E ESPAÇO

e muito apropriada para os estudantes da espiritualidade científica


O que nós consideramos ter sido o ‘big bang’, físicos do Perimeter Institute conjecturam que poderia ter sido uma ‘miragem’ tridimensional de uma estrela entrando em colapso, num universo profundamente diferente do nosso. A compreensão convencional diz que o ‘big bang‘ começou com uma singularidade – um fenômeno de espaço/tempo inimaginavelmente quente e denso, onde os padrões das leis de físicas são quebrados. Singularidades são bizarras e a nossa compreensão delas é limitada.
O nosso Universo pode ter emergido de um buraco negro, num universo dimensional mais alto, propôs o trio de pesquisadores do Perimeter Institute, na história de capa da última edição do Scientific American. “O grande desafio da cosmologia é o de compreender o próprio ‘big bang’, escreveu Niayesh Afshordi, membro do corpo docente.
O ‘big bang‘ apresenta uma grande questão: se ele foi realmente um cataclismo que colocou o Universo em existência há 13.7 bilhões de anos, então o que o causou?
Os três pesquisadores do Instituto têm uma nova ideia sobre o que poderia ter vindo antes do ‘big bang‘. É um pouco perplexo, mas é baseado em matemática sólida, ‘testável’ e sedutora o suficiente para ser a história da capa do Scientific American, chamada de “The Black Hole at the Beginning of Time“, ou “O Buraco Negro no Começo do Tempo“.
“Todos os físicos sabem que dragões saíram voando para fora da singularidade“, disse Afshordi numa entrevista para a Nature.
O problema, como vêem os autores, é que a hipótese do ‘big bang‘ mostra o nosso relativamente compreensível, uniforme e previsível Universo saindo da insanidade destruidora da física, que é uma singularidade. Parece improvável. Assim, talvez algo mais ocorreu. Talvez o nosso Universo nunca foi singular, para começar.
A sugestão deles: nosso Universo conhecido poderia ser um “embrulho” tridimensional ao redor de horizonte de eventos de um buraco negro de quatro dimensões. Neste cenário, o nosso Universo surgiu de uma explosão quando uma estrela num universo quadridimensional entrou em colapso e se tornou um buraco negro.


Em nosso Universo tridimensional, buracos negros possuem horizonte de eventos bidimensionais – isto é, eles são cercados de uma fronteira bidimensional que marca o ‘ponto sem retorno’. No caso de um universo quadridimensional, um buraco negro teria um horizonte de eventos tridimensional.
No cenário proposto por eles, o nosso Universo nunca esteve dentro de uma singularidade; ao invés disso, ele veio a existir fora de um horizonte de eventos, protegido da singularidade. Ele originou como – e assim permanece – somente uma característica nos destroços implodidos de uma estrela quadridimensional.
Os pesquisadores enfatizam que esta ideia, embora pareça ‘absurda’, é baseada firmemente na melhor matemática moderna descrevendo tempo e espaço. Especificamente, eles usaram as ferramentas de holografia para “tornar o ‘big bang’ numa miragem cósmica“. Ao longo do caminho, seu modelo parece endereçar os quebra-cabeças cosmológicos conosco há muito tempo e, crucialmente, produzem previsões possíveis de serem testadas.
É claro, nossa intuição tende a nos fazer evitar a ideia de que tudo e todos que conhecemos emergiu de um horizonte de eventos, de um único buraco negro com quatro dimensões. Não temos nenhum conceito do que um universo quadridimensional possa se parecer. Não sabemos nem como um universo quadridimensional ‘genitor’ veio a existir.
Mas em nossas falíveis instituições humanas, os pesquisadores argumentam, evoluídos dentro de um mundo tridimensional que pode somente revelar sombras de uma realidade.
Eles traçam um paralelo sobre a ‘alegoria da caverna de Platão‘, na qual prisioneiros passam suas vidas vendo somente as sombras ‘piscantes’ projetadas pelo fogo na parede da caverna.
“Suas correntes os têm bloqueado de perceber o mundo verdadeiro, um reino com uma dimensão adicional“, eles escrevem. “Os prisioneiros de Platão não entenderam as forças por detrás do Sol, bem como não compreendemos a universo quadridimensional. Mas pelo menos, eles sabiam onde procurar por respostas“.

AUGUST 10/ 2014


15 de jul de 2014

PENNY DREADFUL: PRIMEIRA TEMPORADA

O filme A Liga Extraordinária, lançado há mais de 10 anos, bem que tentou mostrar um pouco do clima soturno e efervescente de Londres no século XIX. Porém ele é chato e cheio de falhas no roteiro, mas a ideia central deste filme estrelado por Sean Connery é fantástica e os criadores da série Penny Dreadful (lançada este ano e transmitida pela HBO) aproveitaram bem a oportunidade desperdiçada.
Em Penny Dreadful, a caracterização da época fica clara no final da primeira temporada: uma Inglaterra a todo vapor com a Revolução Industrial, o fortalecimento de ideais espiritualistas com a Teosofia e o Espiritismo e o surgimento de gênios, como Tesla, trazendo avanços profundos no cotidiano de um povo em condições precárias de vida, em contraste com os poucos abastados.
Agora misture isso tudo com as publicações baratas de terror e ficção que circulavam por Londres, chamadas Penny Dreadful, e temos os elementos para uma série que começou bem e que promete ainda muitas surpresas.
Quem ainda não a conhece, terá o prazer de interagir com grandes tipos: Drácula, Dr. Frankenstein, um explorador estilo Alan Quatermain, lobisomens, médiuns e o imortal Dorian Gray...entre outros. Todos revelando-se aos poucos e bem encaixados numa trama eletrizante!
Não tenho a intenção de fazer uma resenha do filme, apenas de atiçá-los a assistir. O propósito inicial desta postagem é prestar uma homenagem visual para a série, criando algumas capas inspiradas nas dos folhetins da época. Para isto, utilizei imagens de divulgação da série e elementos visuais dos próprios encartes. E agora só resta esperar pela segunda temporada...






27 de jun de 2014

ENSAIO: O QUE PENSO SOBRE O PROJETO HAARP

Para abordar o tema é necessário retornar ao começo do século XX e localizar o genial cientista Nikola Tesla, merecedor de postagens exclusivas tamanha é sua influência no mundo moderno.
Atenho-me a uma de suas visionárias idéias e inspirações: observando tempestades com raios, Tesla constatou algo que quase ninguém repara: ali existe transmissão de eletricidade pelo ar, sem fios. Simples e verdadeiro! 
Juntando o profundo conhecimento eletromagnético e seu espírito altruísta, o cientista logo percebeu a possibilidade de um fornecimento ilimitado (e meio que gratuito) de eletricidade para os povos do planeta. E para isso contava com a ionosfera, uma alta região da atmosfera, rica em íons, que como vimos na postagem anterior, são excelentes átomos para a condução de elétrons.
Qual era a ideia? Tesla, através de suas bobinas, pretendia lançar poderosas correntes elétricas para a ionosfera, em pulsos de 8 segundos (o tempo que um elétron demora para rodar o planeta) e assim gerar uma corrente contínua de eletricidade ao redor do planeta, que posteriormente seria captada por instrumentos de recepção pelo mundo afora e redistribuída para os lares, fábricas, etc...bela intenção! Thomas Edison que na época já tinha travado uma guerra particular com Tesla, o achava insano e perguntava-se: como pode alguém pensar em energia livre? Aonde ficam o lucros?
Mas o cientista nascido na atual Croácia não foi bem sucedido neste teorema, porém inúmeras de suas patentes estão em eterna revisão pelos cientistas modernos.
Nikola Tesla é o mentor e patrono do Projeto Haarp, que entrou em funcionamento em 1993 no Alasca. As instalações do projeto, possuem inúmeras antenas de alta frequência que enviam ondas para a ionosfera, aquecendo-a. Depois são analisados os resultados desta interação. Pretende-se assim e oficialmente estudar a fundo a transmissão de ondas eletromagnéticas pela ionosfera.
Se com estes estudos os cientistas descobrirem padrões de comportamento físico-elétrico mais confiáveis do que os que já possuem, muitas novas tecnologias estarão disponíveis nas áreas de comunicação, navegação, transformação de energia e quem sabe até a realização do sonho de Tesla. Vale lembrar que muitas bandas de ondas de rádio operam normalmente pela ionosfera e por um efeito refletor. Quanto mais soubermos sobre o assunto melhor. Gostaria eu de estar envolvido nisso...
Sou fã e acredito em um monte de "teorias da conspiração". O Projeto Haarp é massivamente bombardeado pelos "teóricos", que alegam a possibilidade de uso desta tecnologia em guerras geofísicas, controle do clima, produção de terremotos e maremotos (a exemplo do Haiti), controle mental, enfim... se observarmos nossa história, veremos que de fato grandes descobertas foram usadas para finalidades bélicas e de aniquilação.
Mas não sei, neste caso em especial, sinto vontade científica desacoplada de interesses perversos de dominação. Óbvio que está em jogo grandes interesses financeiros sobre novas patentes e produtos. Mas tenta-se antes de mais nada, entender melhor nosso planeta e suas possibilidades. Business my friends!
E posso sim estar enganado e ser um ingênuo com este discurso...

20 de jun de 2014

CARTAS PARA YASMIN E JUJU: MONOGRAFIA E ELETROMAGNETISMO

Filha, às vezes fico pensando que te meti numa roubada com a monografia rs. Fui eu que tive a ideia e no fundo ainda não sei se realmente você tem interesse, mas agora é tarde né...
Vamos refrescar a memória sobre nossas intenções: queremos produzir energia elétrica através de imãs e de uma forma que não dependa de forças naturais como o vento ou água por
exemplo...só eletromagnetismo. Para isso queremos também produzir uma máquina que possa auto sustentar-se, gerando energia infinita, limpa e custo ZERO.
Wow, qualquer um que entende do assunto vai falar: porra vocês querem descobrir a galinha dos ovos de ouro. Pelo menos e como tese SIM. E esta é nossa proposta mesmo que não dê certo.
Mas sinto-me na obrigação de dar um empurrãozinho nesta pesquisa e te lembrar de conceitos básicos sobre o tema que envolve química e física. Não sou perito mas tenho facilidade em explicar e então vamos lá! Te amo linda.

Independente do real significado de "carga elétrica", sabemos que dentro de um átomo temos duas versões que completam uma dualidade: a carga negativa dos elétrons e a carga positiva dos prótons. E em geral os átomos são eletricamente neutros porque o número de prótons no núcleo é igual aos número de elétrons na eletrosfera, significando carga 0. Mas por causa da carga elétrica isolada destas partículas, existe em torno dos elétrons e dos prótons um campo de força, uma espécie de "aura" que chamamos de campo elétrico.
Mas se o átomo é eletricamente neutro, como gerar eletricidade?
Para isso alguém tem que sair de um átomo e ir para outro e com certeza não serão os prótons que estão no núcleo, pois a Força Forte que os prendem por lá é gigantesca.
Sobraram então os elétrons que fazem jus ao nome eletricidade.
Querida, existe uma tendência e comportamento muito interessante dos átomos: eles gostam de ter a última camada, aquela que chamamos de camada de valência, completinha com todos os elétrons que ela pode suportar. Mas não é o caso de muitos elementos químicos. Vamos então analisar o elemento Cobre, que será muito utilizado em nossa pesquisa.

















Podemos ver que a distribuição dos 29 elétrons do átomo de Cobre, ocorre de uma maneira que um deles encontra-se solitário na camada de valência e pela distância que ele está do núcleo gravitacional, fica fácil ser lançado para fora. O átomo meio que deseja doá-lo.
Entendemos assim porque o Cobre é chamado de condutor elétrico: ele é bom no transporte de elétrons.
Analisando este gráfico podemos perguntar: mas o que faz o tal e primeiro elétron "saltar" para o átomo seguinte? E ai entramos no magnetismo e nos imãs.
De uma maneira muito simplificada:
. Se um elétron está apenas orbitando o núcleo do átomo, temos somente um campo elétrico em ação.
. Se um elétron está em movimento para outro átomo, ai temos um campo elétrico e magnético em ação e como quase tudo o que acontece na natureza é movimento, temos sempre algum campo eletromagnético.
O magnetismo é o relacionamento entre os campos elétricos ou, esotericamente, entre as "auras" destas entidades inteligentes chamadas elétrons e prótons...um tipo de relação similar com a vida humana, que para os céticos é somente fruto das interações entre as partículas; um lugar aonde se acredita existir consciência, sensações, pensamentos, memórias, etc...
E neste momento podemos abordar sua monografia. Iremos enrolar um fio de cobre em forma circular e conectá-lo a uma lâmpada. Já sabemos que o elemento Cobre fará o transporte dos elétrons até a lâmpada, mais precisamente, até um filamento dentro dela que irá reduzir a velocidade destes "elétrons saltitantes", produzindo luz e calor, que são outros aspectos do espectro eletromagnético. Falta então algo que dê um empurrão contínuo neste movimento eletrônico.
Existe na natureza um mineral chamado Magnetita, um óxido de ferro que descobriu-se possuir um forte campo magnético muito embora os átomos que o compõe, estejam meio que "parados", o que nos levaria a pensar então que somente o campo elétrico devesse existir. Este mineral é chamado de Imã. Como mostram as ilustrações, existem duas fortes áreas de influência neste campo: o pólo norte e pólo sul. E o campo se movimenta do norte para o sul, fechando um circuito.
Será este Imã e seu campo magnético, que ao aproximar-se do fio de Cobre, irá impulsionar o primeiro elétron, aquele solitário, a saltar para o próximo átomo, gerando o movimento elétrico. O problema é que a corrente não continua se o Imã ficar parado. Tudo acontece somente uma vez, a lâmpada irá acender mas se apagará imediatamente.
E então precisaremos gerar movimento contínuo para este Imã produzir eletricidade. Este é nosso desafio boneca!!!


3 de jun de 2014

ENSAIO: DELÍRIOS ETÉRICOS

Muitos concordam, ou através da experimentação ou da teoria, que o ser humano assim que morre para o corpo físico, começa a habitar conscientemente novas "roupagens" mais sutis e aqui mesmo na Terra, entrelaçando-se com os que ainda vivem na fisicalidade. Ocorre que poucos refletem sobre este tema em seu principal aspecto e consequência: se então você não é o corpo que habita, quem é você??? E como é que este "quem é você" se relaciona e se reveste com estes novos corpos? Perguntas pertinentes e metafísicas mas que deixo no ar e que servem apenas para um prólogo deste post.
Qualquer escola oculta atribui ao Homem quatro corpos de vivência (simultâneos) na experiência concreta e terrestre: os corpos mental, astral, etérico e físico. E destes apenas dois são extremamente organizados e verdadeiros milagres da engenharia divina: o etérico e o físico. Os outros dois são como nuvens desorganizadas, para a maioria. Mas aqui também vale uma pergunta que necessita de questionadores: do que são feitos estes corpos extrafísicos?
Ora, se você está no planeta Terra enquanto se utiliza desses corpos, então é natural que eles sejam constituídos por substâncias similares aos elementos químicos e que sejam regidos, de uma forma diferente, pelas quatro forças fundamentais: o eletromagnetismo, a gravidade, a força forte e a fraca. Não pode ser tão diferente, não pode haver mistérios!
Preparei um gráfico para abordar um pouco sobre o plano físico:


O corpo físico só existe porque em primeiro lugar formou-se o corpo etérico. Os dois fazem parte do plano físico muito embora toda a região etérica esteja ainda em processo de descoberta pelos físicos quânticos. E os dois são conectados de uma tal forma que não podemos dizer que o corpo etérico seja um veículo autônomo, a exemplo do corpo astral. Quando morremos, nos desfazemos dos dois e penetramos na teia astral.
Pense por exemplo em seu fígado: ao redor e dentro dele está o fígado etérico, formado por substâncias mais aceleradas e sustentadas, em forma molecular, pela ação dos glóbulos de vitalidade. Acredito que a fronteira destas duas regiões, localizada em todas as formas de radiação gama, estabelece uma atividade tão poderosa dos fótons, que chega um momento em que eles precisam se unir para dar conta das altas vibrações das partículas. E por isso muitos chamam este corpo de prânico ou vital.
Uma bela curiosidade: assim que o corpo etérico de um ser humano está formado, todas as informações construtivas juntam-se em uma espécie de "DNA Etérico", um átomo especial que futuramente irá se localizar na cabeça de um espermatozoide único. Se consumada a fertilização, este átomo irá carregar o  formato já existente do corpo etérico e, juntamente com o DNA dos pais, entrarão em ação os elementos químicos para formação do corpo físico...a réplica.
O corpo etérico é quem envia para o físico todas as informações de pensamentos, sentimentos e a própria Vida deste mistério chamado "quem é você". Também é nesta região que existem os seres construtores e elementais, responsáveis pela manipulação das partículas de luz, trazendo para nossos olhos toda a beleza na natureza. Namastê!



8 de mai de 2014

PORTRAIT


Estou tentando utilizar novas técnicas para a produção de uma série de “portraits” femininos. esta imagem ainda não é um “digital drawing” verdadeiro, pois possui elementos fotográficos mas a idéia é meio que “divinizar” o ser em questão usando elementos e texturas de todos os meus arquivos abstratos, que para quem já conhece, se parecem com pinturas. montei um quadro 60x40cm desta obra e ficou bem legal na parede. espero que gostem.



30 de abr de 2014

ALOPATIA MY ASS



Calma não é bem assim! É que estes dias estava em pura diversão assistindo um vídeo no youtube sobre o famoso desafio que o mágico James Randi propôs a Thomas Green Morton, quando resolvi assistir a outro aonde Randi detona de verdade a Homeopatia e diante de uma platéia que ainda sorri para seus gracejos e insultos. Para ficar mais abismado, vejo Drauzio Varella, em total momento de arrogância e prepotência, fazer o mesmo com a coitada “medicina dos semelhantes”. Fiquei puto com estes bostas!
Varella cita Cláudio Galeno, o famoso médico romano (de origem grega) e autor da máxima alopática: “ Para curar é preciso buscar os elementos que sejam contrários aos que causam a enfermidade.” Perfeito! Temos que reconhecer os avanços da medicina, que já passou por momentos desagradáveis, como na Idade Média (com suas sangrias e outros processos massacrantes ao paciente), até os dias de hoje aonde uma infinidade de novas drogas vão chegando ao poderoso mercado farmacêutico e trazendo alívio aos enfermos. De fato cura-se muitas doenças, embora o efeito rebote nos cause outra enfermidade que necessitará de outra medicação, tornando-nos escravos da medicina atômica. Não seria melhor curar o doente de uma vez ao invés das doenças que cria?
Tal foi a proposição de Samuel Hahnemann ao intuir a Homeopatia. A discussão é complicada e assemelha-se ao assunto do Big Bang e as teorias de Darwin por exemplo. Estas tratam de observações referentes exclusivamente ao mundo visível e constatável, o mundo dos átomos atuando em específica vibração. Mas para quem sabe e conhece os outros campos de percepção nos quais o ser humano atua aqui na Terra, fica evidente que o buraco é mais embaixo (ou encima como queira).
Ramatis sintetiza bem a Homeopatia: “Toda substância pode curar os mesmos transtornos que é capaz de produzir; as doses pequenas de uma substância, ou os pequenos estímulos, produzem efeitos contrários aos que são produzidos por esses mesmos agentes, quando aplicados em quantidades maiores ou em doses maciças.” Aplicar “o veneno infinitesimal” no doente, causa um rebuliço em toda a estrutura corporal etérico-astral do Homem, movimenta-o integralmente, produz condições de existir uma solução que venha dos átomos mais acelerados destes corpos. São eles que na verdade estão enfermos e se eles se harmonizarem, o átomo físico por conseqüência se harmoniza também trazendo cura definitiva. A Homeopatia trata de energia e não de massa! As moléculas de fótons, vulgo Prana, se movimentam em direção do corpo físico, trazendo a radiação necessária a transmutação dos estados imperfeitos moleculares.
Mas o homem moderno não tem interesse em soluções demoradas e definitivas, deseja apenas o ritmo acelerado e soluções práticas para certo momento. E ainda se diverte com gentalha tipo Randi e Varella.
É uma pena que ainda não existam aparelhos que possam detectar este mundo invisível aos nossos sentidos. A hora que isto acontecer, ai a ciência terá que admitir que trabalhou até hoje com apenas parte da realidade e que de fato se empenhou em buscar soluções. Mas o Homem é maior que um corpo físico.